| Processo: | 12/23918-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia |
| Pesquisador responsável: | João Pereira Leite |
| Beneficiário: | Rafael Naime Ruggiero |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 14/22817-1 - Modulação da atividade do córtex pré-frontal por estimulação optogenética da área tegmental ventral durante tarefa de intervalo fixo: examinando como disparos neuronais realizam a codificação temporal, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Neurofisiologia Epileptogênese Epilepsia do lobo temporal Córtex pré-frontal |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | córtex pré-frontal | crise febril | déficits cognitivos | Epilepsia do lobo temporal | Epileptogenese | Plasticidade sináptica | neurofisiologia |
Resumo Crise febril é o transtorno neurológico convulsivo mais comum da infância e adolescência, e sua relação com o desenvolvimento da epilepsia do lobo temporal (ELT) é controversa. Estudos experimentais demonstram que crises no cérebro imaturo não induzem os efeitos fisiopatológicos clássicos da ELT. Contudo, há alterações sutis na maquinaria bioquímica e plasticidade sináptica hipocampal que se relacionam com prejuízos de memória e aprendizagem, perturbações comportamentais e susceptibilidade a novas crises. Além disso, tais alterações podem estar implicadas em comorbidades psiquiátricas comuns das epilepsias, como depressão, ansiedade, e déficits de atenção. Entretanto, poucos trabalhos investigaram profundamente as consequências de longo prazo das crises febris sobre regiões extra-hipocampais. Tendo em vista o papel chave do córtex pré-frontal (CPF) em sintomas psiquiátricos, bem como seu envolvimento na tomada de decisões, flexibilidade da atenção e memória de trabalho, nosso objetivo é caracterizar efeitos de dois modelos de crise febril (crise única prolongada ou crises repetidas breves) sobre a plasticidade sináptica da via hipocampo-CPF. Além disso, pretendemos buscar correlações destes efeitos com alterações moleculares, comportamentais e de excitabilidade neuronal. Para isso, avaliaremos: (1) plasticidade sináptica hipocampo-PFC; (2) alterações comportamentais em tarefas de memória (reconhecimento de objetos e labirinto radial) e no teste de preferência por gosto; (3) efeitos neuropatológicos (densidade neuronal) e moleculares (expressão de NR1, IL-1², pCREB, CREB, HLA-DR); (4) excitabilidade hipocampal por meio de indução de pós-descargas (PD); (5) possível atenuação dessas alterações pela redução de respostas neuroinflamatórias com minociclina. Com isso, pretendemos contribuir à melhor compreensão das consequências de crises durante o desenvolvimento e elucidação de alterações cognitivas clinicamente relevantes. (AU) | |
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