| Processo: | 13/03726-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2015 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade |
| Pesquisador responsável: | Nelson Sidnei Massola Júnior |
| Beneficiário: | Flávia Rogério |
| Instituição Sede: | Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Filogenia Colletotrichum Fitopatologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Colletotrichum | Filogenia | Fitopatologia |
Resumo Colletotrichum sp. é o agente causal da antracnose na cultura da soja. A identificação tradicional de espécies de Colletotrichum, baseada em caracteres morfológicos, tem sido problemática devido à existência de poucos caracteres confiáveis e à plasticidade dos mesmos. Recentes estudos mostraram que maior solidez na classificação de Colletotrichum é obtida quando se utiliza concatenação de diversos métodos de caracterização, a chamada abordagem polifásica. O presente trabalho propõe-se a aplicar a abordagem polifásica em uma população de isolados de Colletotrichum provenientes da cultura da soja, coletados em importantes regiões produtoras do Brasil. Cerca de 80 isolados serão empregados nesse estudo, com o objetivo caracterizar precisamente a etiologia da antracnose da soja no Brasil. A determinação precisa da etiologia das antracnoses é essencial para a compreensão da epidemiologia da doença e para definição de estratégias de controle. As caracterizações utilizarão métodos padronizados por trabalho recentemente publicado, permitindo reprodução e comparação com resultados de outros pesquisadores. Serão realizadas caracterizações moleculares por filogenia multi-loci, culturais, morfológicas e patogênicas. Os resultados permitirão definir acuradamente a etiologia da antracnose da soja no Brasil, revelando se a doença é causada por uma única espécie ou por um complexo de espécies. Além disso, será possível analisar as relações filogenéticas intra e interespecíficas, fazendo inferências sobre a evolução das espécies estudadas. | |
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