| Processo: | 13/11833-3 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Programa BIOTA - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2016 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Botânica |
| Pesquisador responsável: | Mariana Cabral de Oliveira |
| Beneficiário: | Mariana Cabral de Oliveira |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Paulo Antunes Horta Junior ; Valéria Cassano |
| Auxílio(s) vinculado(s): | 15/50078-1 - Marine genomic: genome biology and evolution of key primary producers, AP.R SPRINT |
| Assunto(s): | Algologia Algas marinhas Rhodophyta Filogenia Diversidade genética Marcador molecular Código de barras de DNA taxonômico Oceanos e mares |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | algas marinhas | Diversidade | DNA barcoding | Filogenia | marcadores moleculares | Rhodophyta | Ficologia |
Resumo
O projeto propõe o levantamento da diversidade e filogenia de grupos de relevância econômica e ecológica de macroalgas vermelhas (Rhodophyta) marinhas, mas nos quais persistem problemas taxonômicos. Os grupos abordados são as Corallinophycidae, Halymeniales, Gracilariales e o gênero Hypnea (Gigartinales), que incluem espécies com potencial econômico (e.g. produção de hidrocolóides), mas que também apresentam recorrentes problemas para a correta identificação de suas espécies, como a plasticidade fenotípica, convergência morfológica, necessidade de estruturas reprodutivas para identificação, entre outras. Portanto, são grupos em que o uso de marcadores moleculares tem se mostrado fundamental para o entendimento da diversidade de espécies, sua distribuição geográfica e afinidades filogenéticas. "DNA barcodes" serão utilizados para analisar centenas de amostras coletadas amplamente na costa do Brasil e também em alguns casos amostras do exterior para compreender melhor a diversidade de espécies desses grupos no Brasil e suas afinidades biogeográficas. Com esse "screening" inicial será possível definir quantas possíveis espécies estão presentes para esses grupos de algas, qual é a sua distribuição geográfica, proceder com a análise morfológica e selecionar representantes dessas espécies (cobrindo seus extremos de distribuição geográfica) para estudos mais detalhados de filogenia usando marcadores definidos para esse fim. A análise morfológica é bastante beneficiada com essa abordagem, uma vez que normalmente uma parte das amostras (muitas vezes a maior parte) não está fértil, o que dificulta a sua identificação. Com os agrupamentos indicando quais amostras fazem parte do mesmo táxon, é possível reunir e analisar espécimes em diferentes estágios do ciclo de vida, férteis ou não, muitas vezes crescendo em condições ambientais mais amplas, o que permite uma compreensão da morfologia e sua variação de uma forma muito mais completa. (AU)
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio: |
| Mais itensMenos itens |
| TITULO |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): |
| Mais itensMenos itens |
| VEICULO: TITULO (DATA) |
| VEICULO: TITULO (DATA) |