| Processo: | 13/15824-9 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2016 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Cardiorenal |
| Pesquisador responsável: | Carlos Renato Tirapelli |
| Beneficiário: | Carlos Renato Tirapelli |
| Instituição Sede: | Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Ribeirão Preto |
| Assunto(s): | Alcoolismo Fatores de risco Doenças cardiovasculares Hipertensão NADPH oxidase Quinases de proteína quinase ativadas por mitógeno Metaloproteinases |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | ânion superóxido | disfunçao endotelial | Etanol | hipertensão arterial | Mapk | Reatividade vascular | Farmacologia |
Resumo
O consumo crônico de etanol acarreta alterações significativas das funções cardíaca e circulatória, figurando como um importante fator de risco no desenvolvimento de doenças cardiovasculares, como por exemplo a hipertensão arterial. Apesar de bem estabelecida a relação entre o consumo de etanol e aumento da pressão arterial, o mecanismo preciso pelo qual esse processo ocorre não é totalmente conhecido. A disfunção cardiovascular associada ao etanol envolve a formação de espécies reativas de oxigênio (ERO) e redução da biodisponibilidade do óxido nítrico (NO), sendo esse processo responsável pela disfunção endotelial/vascular associada ao consumo de etanol. Além disso, o consumo de etanol reduz a capacidade antioxidante tecidual. A enzima NAD(P)H oxidase é a principal fonte geradora de ERO (ânions superóxido e peróxido de hidrogênio) na vasculatura. A importância fisiopatológica das NAD(P)H oxidases foi comprovada em diferentes doenças cardiovasculares, incluindo a hipertensão arterial. Por exemplo, alguns estudos mostram que a inibição da NAD(P)H oxidase com a apocinina previne ou reverte o aumento da pressão arterial e o remodelamento vascular. Além de induzir disfunção endotelial, as ERO produzidas pela NAD(P)H oxidase agem como moléculas sinalizadoras ("sinalização redox") e ativam vias intracelulares como a via das MAPKs (Mitogen-Activated Protein Kinases) e MMPs (metaloproteinases) que desempenham importante função na sinalização intracelular e fisiopatologia vascular. O etanol ativa a via das MAPKs e MMPs, mas esse processo parece ocorrer indiretamente. A hipótese do presente estudo é a de que o consumo crônico de etanol induza a produção de ERO no sistema cardiovascular, via NAD(P)H oxidase, e reduza a capacidade antioxidante vascular. Esse processo levaria a redução da biodisponibilidade do NO, ativação da via das MAPKs e MMPs, alterações da função vascular e ao aumento da pressão arterial. Portanto, o objetivo do presente estudo é avaliar a participação da NAD(P)H oxidase na disfunção vascular e aumento da pressão arterial induzidos pelo consumo de etanol. (AU)
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