| Processo: | 13/21075-9 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Pesquisador Visitante - Brasil |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2015 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Genética - Mutagênese |
| Pesquisador responsável: | Carlos Frederico Martins Menck |
| Beneficiário: | Carlos Frederico Martins Menck |
| Pesquisador visitante: | Rodrigo Soares Fortunato |
| Instituição do Pesquisador Visitante: | Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho (IBCCF) , Brasil |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Vinculado ao auxílio: | 09/52417-7 - Respostas celulares a lesões no genoma, AP.TEM |
| Assunto(s): | NADPH oxidase |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | autophagy | DNA lesions | Estrogênio | NADPH oxidase | DNA damage and repair |
Resumo
RESUMOO papel das espécies reativas de oxigênio (ERO) na carcinogênese de vários tecidos já é bem descrito, porém, a fonte produtora dessas moléculas no câncer de mama permanece controversa. As células do nosso organismo normalmente produzem ERO como subproduto de reações catalisadas pelas enzimas xantina oxidase, ciclooxigenase, dentre outras e através do escape de elétrons da cadeia de transporte mitocondrial, porém, existem enzimas cuja única função é a produção de ERO, denominadas NADPH Oxidases (NOX). O aparecimento de trabalhos correlacionando a atividade dessas enzimas ao desenvolvimento de diversos tipos de câncer são recentes, e até o momento não existem estudos publicados demonstrando a participação dessas enzimas em modelos que sabidamente são fatores de risco para o câncer de mama, como a exposição ao estrogênio. Pretendemos com esse trabalho demonstrar que o estresse oxidativo induzido pelo estrogênio em células epiteliais mamárias não depende só das ERO geradas durante a metabolização desse hormônio, mas também do aumento da expressão das NOX, além de tentar elucidar as consequências funcionais desse evento através da avaliação de danos oxidativos ao DNA e mecanismos relacionados a sobrevivência e morte celular. Com isso, avançaremos no entendimento dos mecanismos moleculares da doença, o que pode ser útil futuramente para o desenvolvimento de novas abordagens de terapêutica e prevenção do câncer de mama. (AU)
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