| Processo: | 14/01937-9 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2016 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional |
| Pesquisador responsável: | Hugo Celso Dutra de Souza |
| Beneficiário: | Hugo Celso Dutra de Souza |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Ribeirão Preto |
| Assunto(s): | Testes de função cardíaca Peptidil dipeptidase A Ovariectomia Menopausa Treinamento físico Ratos Envelhecimento |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Controle autonômico cardíaco | Envelhecimento | exercício físico | Função cardíaca | Menopausa | Morfologia | Fisioterapia Cardiovascular |
Resumo
Estudos prévios em nosso laboratório mostraram que ratas submetidas à ovariectomia precoce (10 semanas de vida), ou menopausa precoce, apresentavam com 22 semanas de vida, importantes alterações nos parâmetros morfofuncionais cardíacos associados com aumento expressivo de fibrose. Também observamos em outro estudo que ratas ovariectomizadas precocemente, quando velhas (82 semanas de vida) e submetidas ao treinamento físico, comparadas com ratas que tiveram a falência ovariana fisiológica (82 semanas de vida), ou menopausa fisiológica, não apresentavam os mesmos ganhos hemodinâmicos e autonômicos cardíacos, sugerindo o desenvolvimento de insuficiência cardíaca. Entretanto, não sabemos até que ponto a redução estrogênica precocemente contribuiu para esse quadro, ou se foi a interação com o envelhecimento o fator determinante para esses achados. Portanto, o objetivo do presente estudo é investigar e comparar os efeitos da associação da menopausa, precoce e fisiológica, com o envelhecimento, sobre o controle autonômico cardiovascular, morfologia e funcionalidade cardíaca, bem como os efeitos da reposição estrogênica e do treinamento físico, isolados ou associados, sobre esses mesmos parâmetros. Adicionalmente, também investigaremos os efeitos do bloqueio da enzima conversora da angiotensina com maleato de enalapril como potencial tratamento preventivo da fibrose e da insuficiência cardíaca. Para tanto, 192 ratas Wistar serão distribuídas em dois grandes grupos: grupo de ratas ovariectomizadas com 10 semanas de vida (menopausa precoce; N=96) e grupo de ratas SHAM, também com 10 semanas (menopausa fisiológica; N=96). Cada grande grupo será subdividido em 4 grupos menores (N=24); grupo de ratas sem tratamento; grupo de ratas com reposição hormonal; grupo de ratas tratadas com maleato de enalapril; e grupo de ratas com reposição hormonal e tratadas com maleato de enalapril. A metade (N=12) de cada destes últimos grupos será submetida ao treinamento físico aeróbio por meio da natação. O treinamento físico será realizado entre a 62a e 82a semanas. A reposição hormonal estrogênica e o tratamento com maleato de enalapril terão início a partir da 10a semana nos grupos menopausa precoce, e por volta da 72a semana nas ratas dos grupos menopausa fisiológica, quando as mesmas apresentam redução da função ovariana, deixando de ciclar. O protocolo experimental consistirá das seguintes abordagens; avaliação a cada 8 semanas da pressão arterial e frequência cardíaca por meio de pletismografia de cauda; registro ecocardiográfico bidimensional na 22a, 42a, 62a e 82a semanas de vida para avaliação da morfologia e função do ventrículo esquerdo; análise do controle autonômico cardiovascular; estudo da contratilidade cardíaca por meio da técnica de Langendorff; análise histológica do ventrículo esquerdo; expressão dos receptores beta-adrenérgicos cardíacos e receptores AT1 e AT2 da angiotensina II; e dosagens plasmáticas de catecolaminas e angiotensina II. (AU)
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