| Processo: | 14/14296-1 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2017 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Geral |
| Pesquisador responsável: | Jose Eduardo Pereira Wilken Bicudo |
| Beneficiário: | Jose Eduardo Pereira Wilken Bicudo |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Alexandre Moreira ; José Guilherme de Souza Chaui Mattos Berlinck |
| Assunto(s): | Fisiologia do esforço Estresse fisiológico Exercício físico Testosterona Hidrocortisona |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Cortisol | estresse agudo | exercício físico | Testosterona | Resposta ao estresse |
Resumo
O estresse, tanto físico quanto psicológico, está associado a alterações de perfil hormonal. Desde a clássica reação de lutar-ou-fugir até sutis relações de dominância em grupos são acompanhadas de variações em conjuntos de hormônios específicos. Nas buscas por relações de causa-efeito, procura-se entender o quanto a variação do perfil hormonal associada ao estresse pode ter um papel fundamental na reposta orquestrada no curto prazo quanto interferir na homeostase do organismo a longo prazo. Entre as alterações observadas, há aquelas ligadas a alças anabólicas e aquelas relacionadas a alças catabólicas do metabolismo. As primeiras têm, como marcador possível, a testosterona (T), enquanto as segundas são potencialmente traduzidas através do cortisol (C). Desta maneira, procura-se exprimir a relação entre as alças através da razão C/T e o desbalanço entre estas é referido como um indicador do estresse sofrido. Em eventos de esforço físico agudo importante, relatam-se alterações C/T. Contudo, tais alterações reportadas não são congruentes, ora com elevação ora com queda da razão. Numa outra perspectiva mais fisiológica das ações hormonais, supõe-se que a ativação da alça catabólica possa ter um duplo papel na produção de testosterona, com uma fase de estimulação e uma fase posterior de inibição, criando, assim, uma possível resposta bifásica da razão C/T. O objetivo do presente projeto é investigar esta possível resposta bifásica C/T frente ao estresse agudo, utilizando o esforço físico como agente desencadeador da reposta. O esforço físico cria um pano de findo ideal para tal abordagem pois permite a obtenção de um marcador do grau de estresse independente, viz. a demanda metabólica, e a existência de grupos ajustados ao estresse devido ao treinamento crônico. O protocolo experimental utilizará indivíduos treinados para maratonas e indivíduos sedentários. Corridas em esteira rolante a diferentes velocidades e diferentes tempos serão utilizadas como eventos estressores. Cortisol e testosterona salivares serão colhidos antes, imediatamente e 3 a 4 horas após o término das corridas. Comparações entre grupos e intraindividuais serão feitas para elucidar a questão. (AU)
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