| Processo: | 14/19018-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Farmácia - Farmacotecnia |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Renata Fonseca Vianna Lopez |
| Beneficiário: | Camila Cubayachi |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Cicatrização Insulina Fibroínas Tecnologia farmacêutica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | cicatrização | Feridas na córnea | fibroína de seda | Insulina | Sistema de liberação ocular | Tecnologia Farmacêutica |
Resumo A córnea humana desempenha um papel fundamental na visão, além de atuar como uma barreira e fornecer a primeira linha de defesa contra o ambiente externo. Assim, a rápida reparação de danos é fundamental para manutenção das funções. Em condições fisiológicas normais, o processo de cicatrização das feridas inicia-se rapidamente, porém, algumas doenças, como a diabetes, podem retardar esse processo. Atualmente, não existe tratamento seguro e eficaz para a cicatrização de feridas na córnea, o que demonstra a necessidade da busca de fármacos e estratégias que auxiliem neste processo. A insulina é alvo constante de pesquisas envolvendo a cicatrização, mas sua administração tópica requer o uso de sistemas de liberação para garantir sua estabilidade e liberação prolongada no sítio a ser regenerado. O sistema de liberação deve ser biocompatível e, de preferência, também auxiliar no processo de cicatrização. A fibroína da seda é um polímero natural que vem sendo estudado como suporte para a cicatrização de feridas. O objetivo deste projeto é desenvolver formulações a base de fibroína da seda contendo insulina e avaliar seu potencial no tratamento tópico de feridas oculares. As formulações serão caracterizadas quanto ao seu aspecto visual, espessura (no caso de filmes), grau de intumescimento, propriedades mecânicas e mucoadesivas. A integridade da insulina será avaliada por imunoensaio. Serão realizados ensaios in vitro de citotoxicidade, de liberação e permeação através da córnea suína. Ainda, as formulações mais promissoras serão avaliadas quanto ao seu potencial na cicatrização de feridas da córnea por meio de estudos ex vivo em córneas de porco e in vivo em camundongos com lesões na córnea. | |
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