| Processo: | 15/04023-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2017 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Farmácia |
| Pesquisador responsável: | Iracilda Zeppone Carlos |
| Beneficiário: | Iracilda Zeppone Carlos |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCFAR). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Araraquara |
| Assunto(s): | Esporotricose Tratamento Fungos Células dendríticas Imunologia celular |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | células dendríticas | esporotricose | Fungo | Imiquimode | Tratamento | Imunologia Celular |
Resumo
A esporotricose é uma importante micose com distribuição mundial que acomete seres humanos e animais. A infecção é causada geralmente por inoculação traumática por fungos do complexo Sporothrix schenckii (integrado por: S. brasiliensis, S. globosa, S. mexicana, S. luriei e S. schenckii stricto sensu) e as manifestações clínicas podem variar entre infecção cutânea, linfocutânea e infecção sistêmica, mais comumente observada em pacientes imunodeprimidos. Muitos casos de esporotricose causadas por arranhões de gatos e pelo contato com feridas contaminadas foram relatados em várias cidades do Brasil, principalmente na cidade do Rio de Janeiro, onde a doença ganhou proporções epidêmicas e agora no estado de São Paulo há relatos crescentes da incidência da doença, sendo atualmente uma preocupação importante para as autoridades de saúde. As ferramentas terapêuticas atuais contra esporotricose requerem longos períodos de tratamento e estão associados a efeitos adversos frequentes, às vezes graves. Por isso, há uma grande necessidade de desenvolver métodos mais efetivos e seguros para a terapia antifúngica, principalmente em pacientes imunodeprimidos. Muitos estudos têm sido realizados mostrando a utilização de células dendríticas ativadas para o desenvolvimento de terapia contra diferentes infecções crônicas e tumores. No entanto, estudos relacionados a esta metodologia em infecções micóticas, especialmente na esporotricose, ainda são escassos. O imiquimode é um composto imunoestimulante que tem demonstrado ser efetivo na terapia contra tumores e infecções crônicas na pele. Além disso, tem mostrado atividade microbicida incluindo antifúngica, porém não existem estudos feitos para avaliar seu efeito terapêutico na esporotricose. Diante disso, o objetivo deste trabalho é avaliar a capacidade terapêutica das células dendríticas isogênicas ativadas e do imiquimode em modelo de infecção por S. schenckii em murinos imunocomprometidos e imunocompetentes. Esses dados poderão, futuramente, servir para gerar ferramentas terapêuticas alternativas para esporotricose. (AU)
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