| Processo: | 15/06551-4 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2017 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Cirurgia |
| Pesquisador responsável: | Paulo Herman |
| Beneficiário: | Paulo Herman |
| Instituição Sede: | Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Gilton Marques Fonseca |
| Assunto(s): | Neoplasias colorretais Caderinas Metástase neoplásica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | beta-catenina | Brotamentos tumorais | E-Caderina | Invasão portal | linfática e sinusoidal | Metástases hepáticas de câncer colorretal | prognóstico | Cirurgia do Aparelho Digestivo |
Resumo
O câncer colorretal (CCR) é um dos tumores mais frequentes sendo o fígado o local mais frequente para suas metástases hematogênicas. A experiência cirúrgica com hepatectomias para o tratamento de metástases hepáticas de câncer colorretal (MHCCR) tem aumentado, sendo associada a sobrevida global em 5 anos de até 58%, demonstrando que o tratamento curativo é possível nestes pacientes. Há critérios anátomo-patológicos descritos para o tumor primário, com importância prognóstica, ainda não estudados nas MHCCR, como a presença de brotamentos tumorais, quando há células individuais ou grupos de até 5 células destacadas além da borda tumoral. No CCR, a presença dos brotamentos é considerada um fator de pior prognóstico além de um preditor independente de metástase linfonodal. Considerando que o surgimento dos brotamentos tumorais esteja ligado à transição epitélio mesenquimal e com a via de sinalização wnt, parece haver correlação com a expressão de E-caderina e beta-catenina. O objetivo deste estudo é avaliar a presença de brotamentos tumorais em pacientes com MHCCR submetidos a hepatectomia e seu impacto prognóstico. Como objetivos secundários, serão avaliados outros fatores histo-patológicos como a presença de invasão sinusoidal, invasão portal e invasão linfática intra-hepática. Além disto, tentar-se-a correlacionar a presença de brotamento tumoral com a expressão de E-caderina e beta-catenina. Os resultados deste estudo podem abrir perspectivas para a identificação de novos critérios histológicos relacionados às MHCCR, que permitam uma melhor classificação prognóstica dos pacientes e a identificação de padrões de recidiva. (AU)
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