| Processo: | 15/10038-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2018 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | Valdir Sabbaga Amato |
| Beneficiário: | Valdir Sabbaga Amato |
| Instituição Sede: | Instituto de Medicina Tropical de São Paulo (IMT). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Colesterol Nanoemulsão Nanopartículas lipídicas Reação em cadeia da polimerase em tempo real |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | anfotericina | colesterol | nanoemulsões | Nanopartículas lipídicas | pcr em tempo real | tratamento da leishmaniose | Infectologista |
Resumo
A leishmaniose tegumentar americana (LTA), uma doença infecciosa, não contagiosa, de transmissão vetorial com ciclo heteroxênico, que acomete pele e mucosas. Os medicamentos atualmente disponíveis para o tratamento da doença são insatisfatórios devido à sua eficácia limitada e seus efeitos colaterais, além do alto custo e a resistência que os protozoários acumulam contra essas drogas. As formulações lipídicas da anfotericina B desoxicolato (AB) apresentaram-se como um avanço no tratamento da (LTA). Em estudos realizados pelo grupo do Instituto do Coração da Faculdade de Medicina e da Faculdade de Farmácia da USP mostraram que a anfotericina B desoxicolato (AB) pode associar-se às nanoemulsões lipídicas (LDE) (Maranhão, 2008). Dos métodos moleculares, a PCR em tempo real (qPCR) apresenta as vantagens de utilizar dados computadorizados, não necessitar de técnico especializado em parasitologia, identificar e quantificar a espécie do parasito, medir as variações sazonais do parasito no hospedeiro silvestre, e, talvez, para determinar a eficácia das drogas na leishmaniose humana e experimental (Ministério 2010). Portanto, pretende-se avaliar a eficácia e a tolerabilidade do uso da anfotericina B desoxicolato associada à nanopartículas lipídicas artificiais semelhantes aos quilomícrons e comparar com a anfotericina B desoxicolato no tratamento da leishmaniose (LTA) em modelos experimentais e quantificar a carga parasitária por técnica molecular PCR em tempo real (qPCR). (AU)
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