| Processo: | 15/11223-6 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2018 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Educação Física |
| Pesquisador responsável: | Kátia de Angelis Lobo D Avila |
| Beneficiário: | Kátia de Angelis Lobo D Avila |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Barorreflexo Pressão sanguínea Inflamação Treinamento físico Sistema nervoso autônomo Frutose |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | barorreflexo | Consumo de frutose | Inflamação | pressão arterial | Sistema nervoso autonomo | treinamento físico | Fisiologia Cardiovascular e do Exercício |
Resumo
A prevalência de síndrome metabólica tem aumentado no mundo. De forma semelhante o consumo de frutose vem aumentando em razão dos produtos industrializados como fast-food e bebidas açucaradas derivadas do xarope de milho. Sabe-se que o aumento no consumo de frutose causa alterações cardiometabólicas tais como, resistência à insulina, níveis elevados de triglicérides, dislipidemia, obesidade e hipertensão. Adicionalmente, a hiperatividade simpática, a inflamação e o estresse oxidativo têm sido apontados como importantes mecanismos no desenvolvimento de doenças cardiometabólicas. Sendo assim o presente estudo tem por objetivo avaliar o curso temporal das alterações cardiometabólicas, na modulação autonômica cardiovascular e em parâmetros de inflamação, hormonais e de estresse oxidativo decorrentes da sobrecarga de frutose em ratos normotensos (Wistar) e espontaneamente hipertensos (SHR). Adicionalmente, considerando os benefícios já demonstrados da atividade física realizada regularmente, buscamos avaliar o curso temporal dos eventuais efeitos de um protocolo de treinamento físico aeróbio nesta condição. Neste sentido, dividimos este projeto em 4 subprojetos. Temos por objetivo no subprojeto 1 avaliar o curso temporal das alterações induzidas pela sobrecarga de frutose iniciada logo após o desmame (30 dias de vida) até a fase adulta (90 dias de vida) em ratos machos Wistar, divididos em grupos controle (C) e tratado com frutose (F). No subprojeto 2, temos por objetivo avaliar os efeitos do treinamento físico aeróbio de intensidade moderada no curso temporal das alterações induzidas pela sobrecarga de frutose em ratos Wistar, divididos em grupos tratado com frutose sedentário (F) e treinado (FT). Adicionalmente, considerando que o consumo de frutose não induz um quadro de hipertensão estabelecida, o que é um fator de risco muito comum na população obesa e com síndrome metabólica, no subprojeto 3 pretendemos avaliar o curso temporal das alterações induzidas pela sobrecarga de frutose iniciada logo após o desmame até a fase adulta em ratos machos SHR, divididos em grupos controle (C), hipertenso (H) e hipertenso tratado com frutose (HF). Por fim, no subprojeto 4 pretendemos avaliar os efeitos do treinamento físico aeróbio de intensidade moderada no curso temporal das alterações induzidas pela sobrecarga de frutose em ratos SHR, divididos em grupos hipertenso tratado com frutose sedentário (HF) e treinado (HFT). Os grupos experimentais descritos acima serão divididos em subgrupos (n=6 em cada grupo/tempo) que serão avaliados aos 7, 14, 30 e 60 dias de sobrecarga de frutose (100 g/l na água de beber) com relação a parâmetros hemodinâmicos (pressão arterial e frequência cardíaca); metabólicos (peso corporal; glicose, insulina, triglicerídeos sanguíneos e resistência à insulina); de capacidade funcional (teste de esforço máximo); autonômicos (sensibilidade barorreflexa; variabilidade da frequência cardíaca e da pressão arterial e catecolaminas no tecido adiposo e do baço); de estresse oxidativo (lipoperoxidação de membrana, proteínas carboniladas, atividade das enzimas glutationa peroxidase, superóxido dismutase e catalase, balanço redox (GSH/GSSG), capacidade antioxidante total, NADPH e produção do ânion superóxido no coração, pâncreas, baço e sangue); de metabolização de óxido nítrico (concentração de nitritos e nitratos plasmáticos); inflamatórios e hormonais (angiotensina 2 e 1-7, receptor AT1a, AT2 e Mas, NFkB no coração, baço e tecido adiposo; e IL-6, IL-10 e TNF± no coração, baço e tecido adiposo). Neste estudo testaremos a hipótese que alterações no controle autonômico precedem alterações cardiometabólicas em ratos normotensos e hipertensos tratados com frutose, e que o treinamento físico aeróbio pode ter efeito preventivo ao atenuar as alterações autonômicas. (AU)
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