| Processo: | 15/12196-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Nutrição - Análise Nutricional de População |
| Pesquisador responsável: | Dirce Maria Lobo Marchioni |
| Beneficiário: | Josiane Steluti |
| Instituição Sede: | Faculdade de Saúde Pública (FSP). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Metabolômica Metilação de DNA Estresse oxidativo Ácido fólico Marcadores inflamatórios |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | ácido fólico | Estresse oxidativo | Fortificação de alimentos | marcadores ínflamatórios | Metabolomica | Metilação do DNA | Ácido fólico |
Resumo Há décadas o folato tem sido estudado na manutenção da saúde e prevenção de doenças. Diversos países, inclusive o Brasil, adotaram a fortificação de alimentos com ácido fólico como estratégia para prevenção e combate à deficiência nutricional da vitamina. No entanto, recentemente, discute-se a necessidade de exposição de toda a população a altas doses da vitamina, e ainda, há hipóteses que a superexposição pode estar associada à ocorrência de efeitos adversos a saúde. Nota-se que quantidades superiores à 260-280 µg de ácido fólico parecem exceder o limite fisiológico do metabolismo, levando ao surgimento da forma não metabolizada, ácido fólico não metabolizado (AFNM). Pouco se conhece sobre o metabolismo e os efeitos biológicos do AFNM. O que se sabe é que presença do AFNM no plasma é decorrente apenas da ingestão da forma sintética da vitamina, proveniente do consumo de alimentos fortificados. Desta maneira, o AFNM pode ser um fator relevante nas questões de segurança associadas com alta ingestão de ácido fólico. Alguns estudos alertam que a ingestão elevada de ácido fólico pode promover o crescimento de cânceres preexistentes ou lesões malignas. Essas resultados são, particularmente, importantes do ponto de vista da saúde pública tendo em vista o aumento do consumo da vitamina, considerando a fortificação mandatória de farinhas com ácido fólico no País e a presença de AFNM em 80% da população de São Paulo de acordo com estudo recente. Assim, esse estudo pretende avaliar novas associações entre ácido fólico, AFNM e desfechos em saúde, utilizando marcadores de estresse oxidativo (MDA e 8-oxo-dG), de inflamação (citocinas, PCR e moléculas de adesão) e metilação global do DNA; além de comparar o perfil metabólico na presença do AFNM com intuito de verificar se há alterações metabólicas na população exposta ao elevado consumo de ácido fólico. | |
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