| Processo: | 15/17642-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 13 de janeiro de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 12 de janeiro de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | Maria Urbana Pinto Brandão Rondon |
| Beneficiário: | Edgar Toschi Dias |
| Supervisor: | Nicola Montano |
| Instituição Sede: | Instituto do Coração Professor Euryclides de Jesus Zerbini (INCOR). Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Università degli Studi di Milano, Itália |
| Vinculado à bolsa: | 13/07651-7 - Valor prognóstico do padrão oscilatório da atividade nervosa simpática muscular em pacientes com insuficiência cardíaca, BP.PD |
| Assunto(s): | Prognóstico Epigenômica Sistema nervoso autônomo Insuficiência cardíaca Inflamação Epigênese genética Cardiologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | epigenética | Inflamação | Insuficiência Cardíaca | prognóstico | Sistema nervoso autonomo | Cardiologia |
Resumo A insuficiência cardíaca (IC) é a primeira causa de mortalidade em idosos e estima-se que a prevalência da IC é de 8,4% para pessoas com idade de 75 anos ou mais. Os estudos epidemiológicos mais recentes sugerem que a prevalência e as hospitalizações relacionadas à IC com fração de ejeção preservada (ICFEp) estão aumentando e o crescimento da população idosa garante o agravamento dessas tendências. Entretanto, até o presente momento, não existem terapias aprovadas para reduzir a hospitalização ou mortalidade para ICFEp. Os melhores mecanismos fisiopatológicos descritos na IC reportam a ativação neuro-hormonal, que inclui a atividade do sistema renina-angiotensina-aldosterona e a disfunção do sistema nervoso autónomo (SNA), particularmente a hiperatividade simpática. Além disso, ao longo dos últimos anos, um crescente interesse sobre o possível papel da inflamação e imunidade tem sido foco dos estudos nesta população. Por último, mas não menos importante, há, também, crescentes evidências de que mecanismos epigenéticos, como modificações de histonas, a metilação do DNA e alterações baseados no RNA, desempenham um papel relevante na progressão da IC. Contudo, até agora ainda não se sabe se a disfunção do SNA, a resposta inflamatória e a mutações genética compartilham vias comuns também na ICFEp. Assim, para avaliar se a disfunção autonômica e a resposta inflamatória estão associados na ICFEp, e se as vias moleculares desempenham um papel fundamental na patogênese e na progressão da ICFEp, vamos estudar uma população de indivíduos idosos internados com diagnóstico de ICFEp. Para isto, um ano de seguimento clínico será realizado para avaliar as variáveis mais preditivas de re-hospitalização, eventos cardiovasculares agudos e mortalidade em pacientes ICFEp. | |
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