| Processo: | 15/22046-8 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2018 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Cardiorenal |
| Pesquisador responsável: | Carlos Renato Tirapelli |
| Beneficiário: | Carlos Renato Tirapelli |
| Instituição Sede: | Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Ribeirão Preto |
| Pesquisadores associados: | José Antunes Rodrigues |
| Assunto(s): | Losartan Disfunção endotelial Estresse oxidativo Aorta |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | abstinência ao etanol | aorta | disfunçao endotelial | Estresse oxidativo | losartan | receptores AT1 | Farmacologia |
Resumo
A interrupção total ou parcial do consumo de etanol por indivíduos alcoolistas pode levar ao aparecimento de sintomas de intensidade variada e caracterizados, segundo a Classificação Internacional de Doenças (CID-10 - 10º edição; OMS) e o Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders (DSM-IV - 4º edição; Associação Psiquiátrica Americana), como a Síndrome de Abstinência Alcoólica (SAA). Os sinais e sintomas da SAA podem variar quanto à intensidade e gravidade e incluem sudorese, tremores, ansiedade, agitação, convulsões, alucinações, desorientação delirium tremens e hipertensão arterial. No entanto, os mecanismos envolvidos no aumento da pressão arterial induzido pela abstinência ao etanol continuam elusivos. O quadro de abstinência também leva à ativação do sistema renina-angiotensina (SRA). Na vasculatura, a angiotensina (ANG) II, via receptores AT1, induz a formação de espécies reativas de oxigênio (ERO) como o ânion superóxido (O2-), sendo esse processo mediado pela enzima NAD(P)H oxidase. A interação das ERO com o óxido nítrico (NO) pode levar à geração de peroxinitrito (ONOO-) e consequente redução da biodisponibilidade do NO e disfunção vascular. Além de induzir disfunção vascular, as ERO produzidas pela NAD(P)H podem agir como moléculas sinalizadoras e ativar vias intracelulares como a via das MAPKs (Mitogen-Activated Protein Kinases) que desempenham importante função na sinalização intracelular e fisiopatologia vascular. O aumento do estresse oxidativo vascular pode ainda levar à alteração da capacidade antioxidante enzimática tecidual. A hipótese do presente estudo é a de que a abstinência ao etanol induza o aumento da ANG II e consequente aumento da produção de ERO vascular via NAD(P)H oxidase. Esse processo levaria à redução da biodisponibilidade do NO, ativação das MAPKs, redução da capacidade antioxidante tecidual, disfunção vascular e aumento da pressão arterial. Portanto, o objetivo do presente estudo é avaliar a participação dos receptores AT1 da ANGII no estresse oxidativo vascular e aumento da pressão arterial induzidos pela abstinência ao etanol. (AU)
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