| Processo: | 15/26556-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2021 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Imunologia - Imunogenética |
| Pesquisador responsável: | Eduardo Antônio Donadi |
| Beneficiário: | Bruna Cristina Bertol |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 18/16189-9 - Infiltração imune e moléculas HLA de classe I em um modelo animal pré-clínico de carcinoma agressivo de tireoide submetido a terapia combinada, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | MicroRNAs Antígenos HLA-G |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Braf | Carcinoma papilífero de tireóide | Hla-G | miRNAs | Tert | Moléculas HLA |
Resumo O carcinoma de tireoide é a neoplasia maligna mais comum do sistema endócrino, sendo que o carcinoma papilífero da tireoide (CPT) corresponde a 80% dos casos de carcinoma do tipo diferenciado. Mutações somáticas têm sido associadas com CPT, como as mutações do gene BRAF e TERT, associadas com o mau prognóstico da doença. Além do BRAF e TERT, outras moléculas têm sido associadas com mau prognóstico quando expressas em células tumorais, como a molécula HLA-G, pois inibe particularmente células imunes antitumorais (células T CD8+ citotóxicas e células Natural Killer). Apesar das evidências de expressão de HLA-G em pacientes com CPT, pouco se conhece acerca do papel e dos mecanismos de regulação dos genes HLA-G, BRAF e TERT na doença. Nesse contexto, os microRNAs (miRNA) têm grande importância na regulação pós-transcricional dos genes e diversos miRNAs estão induzidos no CPT. Portanto, objetivamos estudar pacientes com CPT, avaliando: i) expressão de HLA-G e BRAF nos tecidos tireoidianos e níveis plasmáticos de sHLA-G, ii) polimorfismos ao longo de todo o gene HLA-G e a presença das mutações T1799A do gene BRAF e das mutações C228T e C250T do gene TERT e iii) detecção de miRNAs que tenham como alvo os genes BRAF, TERT e HLA-G. Atingidos esses objetivos, poderemos: i) correlacionar a variabilidade do gene HLA-G, a presença das mutações dos genes BRAF e TERT e a expressão das moléculas BRAF e HLA-G com o prognóstico dos pacientes com CPT, ii) buscar possíveis miRNAs que poderiam modular a expressão de tais genes no CPT, e iii) avaliar a morbidade da presença desses fatores nos pacientes com CPT. Assim, o conhecimento do papel dos genes HLA-G, TERT e BRAF no CPT e de seus mecanismos de regulação poderá contribuir para identificar novos marcadores biológicos e para o desenvolvimento de novas abordagens terapêuticas, aprimorando os tratamentos já existentes, bem como auxiliando no diagnóstico precoce do CPT. | |
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