| Processo: | 16/02357-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional |
| Pesquisador responsável: | Fábio Mícolis de Azevedo |
| Beneficiário: | Amanda Schenatto Ferreira |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Presidente Prudente. Presidente Prudente , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 17/06328-9 - Déficits na sustentação de força muscular são uma característica de mulheres com dor femoropatelar?, BE.EP.MS |
| Assunto(s): | Fisioterapia Síndrome da dor patelofemoral Fêmur Biomecânica Cinemática |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Biomecânica | cinematica | Dor Femoropatelar | Fisioterapia |
Resumo A Dor Femoropatelar (DFP) acomete com maior frequência mulheres e é caracterizada por dor difusa na região anterior, peri e/ou retropatelar do joelho que aumenta ao executar atividades que requerem a flexão do joelho, tais como subida de escada. O principal fator atribuído ao desenvolvimento da DFP é o aumento do estresse na articulação femoropatelar que está relacionado a rotação interna excessiva do fêmur. Entretanto, permanece incerto qual mecanismo/alteração seria responsável por gerar esse pobre controle motor do fêmur. Alterações no quadril (teoria descendente) e no tornozelo (teoria ascendente) podem causar movimento excessivo do fêmur no plano transverso. Além disso, há dificuldade em transpor esses achados biomecânicos para a prática clínica. Portanto, o objetivo deste estudo é investigar o torque muscular do quadril e a cinemática do fêmur e tornozelo de mulheres com e sem DFP para elucidar qual teoria (ascendente ou descendente) possa ter mais relação com a DFP. Para tanto, será realizada a (i) comparação entre torque isocinético dos músculos do quadril e comparação dos ângulos articulares do fêmur e tornozelo entre mulheres com e sem DFP; (ii) correlação entre as alterações do quadril (teoria descendente) e do tornozelo (teoria ascendente) com o movimento de rotação interna do fêmur; e (iii) correlação entre as variáveis analisadas com testes funcionais (step down e forward step down) e investigar se as alterações cinemáticas e cinéticas são capazes de predizer os resultados dos testes funcionais. Serão selecionadas mulheres com DFP (grupo DFP) e assintomáticas (grupo controle) para realizar um protocolo experimental composto por 2 etapas, em dias distintos: avaliação cinética e cinemática. Primeiramente, realizarão avaliação do torque muscular do quadril com dinamômetro isocinético. Para avaliação cinemática, as participantes retornarão outro dia ao laboratório e realizarão 5 movimentos de subida de escada em um set up experimental com 9 câmeras infravermelho para captação de ângulos articulares do fêmur e tornozelo. Espera-se que os achados deste estudo apontem: aumento da rotação interna do fêmur e eversão do calcâneo, diminuição do torque isocinético dos músculos do quadril e piores desfechos nos testes funcionais em mulheres com DFP. Além disso, acredita-se que ao menos uma das teorias (ascendente e descendente) apresentará forte correlação com a rotação interna do fêmur. Em relação aos testes funcionais, espera-se que haja correlação entre ao menos uma variável analisada com pelo menos um dos testes aplicados, e ainda, que as alterações cinemáticas e cinéticas possivelmente encontradas sejam capazes de predizer os desfechos dos testes funcionais. (AU) | |
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