| Processo: | 16/03318-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Alexander Augusto de Lima Jorge |
| Beneficiário: | Renata da Cunha Scalco Tirapeli |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 13/03236-5 - Novas abordagens e metodologias na investigação genético-molecular dos distúrbios de crescimento e desenvolvimento puberal, AP.TEM |
| Assunto(s): | Farmacogenética Endocrinologia Síndrome de Turner |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Farmacogenética | hormônio de crescimento | reposição estrogênica | síndrome de Turner | Endocrinologia |
Resumo A síndrome de Turner, caracterizada pela perda parcial ou total de um dos cromossomos sexuais, tem como aspectos mais comuns a baixa estatura e a disgenesia gonadal. As respostas individuais das pacientes ao tratamento com hormônio de crescimento recombinante humano (rhGH) e com estrógenos são muito variáveis. Em relação ao rhGH, estudos retrospectivos mostraram influência de polimorfismos no gene do receptor do GH (GHR), no gene da proteína 3 de ligação a fator de crescimento insulina-símile (IGFBP3) e no gene supressor da sinalização de citocinas 2 (SOCS2) na resposta a este tratamento. Em relação à estrogenioterapia, não foi avaliado até o momento o impacto de polimorfismos nos receptores estrogênicos sobre a variabilidade de altura adulta e do desenvolvimento de caracteres sexuais secundários nessas pacientes. Portanto os objetivos deste estudo serão: 1) Avaliar prospectivamente o impacto do uso de dose individualizada de rhGH em pacientes com síndrome de Turner de acordo com a genotipagem dos genes acima; 2) Investigar a associação entre polimorfismos do gene do receptor estrogênico alfa (ESR1) e a resposta à terapia estrogênica nessas pacientes. Para a avaliação do efeito de doses individualizadas de rhGH, pacientes sem tratamento prévio serão genotipadas para os polimorfimos associados à ação do GH antes do início do tratamento. As pacientes que apresentem genótipo considerado desfavorável à resposta ao tratamento com rhGH serão tratadas com dose maior do mesmo (0,2 UI/kg/d) e sua resposta ao tratamento será comparada à resposta de pacientes com genótipos favorável e desfavorável previamente tratadas com dose habitual fixa (0,15 UI/kg/d). Para o estudo dos polimorfismos do receptor estrogênico e de sua influência sobre a resposta à terapia estrogênica, serão incluídas pacientes em uso de reposição estrogênica plena por pelo menos um ano. Usaremos como variáveis dependentes parâmetros sabidamente relacionados com a resposta à ação estrogênica: volume uterino, desenvolvimento mamário, densidade mineral óssea e valores de hormônio luteinizante (LH). Estes parâmetros serão comparados entre as pacientes com diferentes genótipos do ESR1. Os resultados deste estudo podem permitir uma individualização de ambas as terapias no futuro, potencializando os benefícios e reduzindo os riscos associados às mesmas. | |
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