| Processo: | 16/04462-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Clínica e Cirurgia Animal |
| Pesquisador responsável: | Adriano Bonfim Carregaro |
| Beneficiário: | Giuliana Izumi Ueda |
| Instituição Sede: | Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA). Universidade de São Paulo (USP). Pirassununga , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Anestesiologia veterinária Anestesia endovenosa Medicação pré-anestésica Sedação consciente Diazepam Acepromazina Metadona Frequência cardíaca Pressão sanguínea Equinos Estudos experimentais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Cetamina | Diazepam | Neuroleptoanalgesia | Opióide | sedação | Anestesiologia Veterinária |
Resumo O objetivo do presente estudo é avaliar a qualidade da sedação de dois protocolos de neuroleptoanalgesia e sua influência na anestesia dissociativa de equinos. Serão utilizados seis animais, de ambos os sexos, adultos e comprovadamente hígidos por meio de exames laboratoriais (hemograma e bioquímico). Cada animal será submetido a dois protocolos de medicação pré-anestésica (MPA), com intervalo mínimo de 1 mês entre os tratamentos. O grupo experimental MD receberá 0,1mg/kg de metadona associada a 0,03 mg/kg de detomidina e o grupo MA receberá 0,1 mg/kg de metadona associada a 0,03 mg/kg de acepromazina, ambos pela via intravenosa (IV). A indução anestésica de ambos os grupos será realizada com 3 mg/kg de cetamina e 0,1 mg/kg de midazolam IV. As qualidades de sedação, indução e recuperação serão avaliadas por meio de tabelas descritivas já descritas na literatura. Além disso, serão avaliados os tempos de indução, manutenção e de recuperação anestésicas e os parâmetros fisiológicos, a saber: frequência cardíaca, pressão arterial, saturação de O2 arterial, frequência respiratória, motilidade intestinal e temperatura, antes da MPA (0 min), imediatamente antes da indução anestésica (20 min) e a cada cinco minutos pós indução, até o início da recuperação. Espera-se obter resultados que demonstrem qual será a melhor MPA, principalmente em relação à qualidade de sedação, manutenção e recuperação anestésicas. | |
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