| Processo: | 16/09100-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Odontologia - Odontologia Social e Preventiva |
| Pesquisador responsável: | Marília Afonso Rabelo Buzalaf |
| Beneficiário: | Aline Dionizio Valle |
| Instituição Sede: | Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB). Universidade de São Paulo (USP). Bauru , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Bioquímica Fluoretos Proteômica Exposição crônica Jejuno Íleo |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Analise Proteômica | Exposição Aguda | Exposição crônica | Fluoreto | íleo | jejuno | Bioquímica |
Resumo Como o trato gastrointestinal é considerado a principal rota de exposição ao fluoreto (F), que é rapidamente absorvido a partir dele, acredita-se que a exposição a este elemento possa gerar consideráveis mudanças na morfologia do intestino, as quais podem afetar suas funções. Em trabalho prévio realizado pelo nosso grupo de pesquisa foi observado que a exposição ao F interfere significativamente na expressão de várias proteínas do duodeno. Em adição, a exposição a 50 mg/L F provocou uma diminuição significativa na densidade da população geral de neurônios do jejuno e do íleo e na densidade de neurônios imunorreativos à nNOS no jejuno. Dessa forma, o presente trabalho tem como objetivo avaliar o efeito da exposição a doses aguda ou crônica de F no perfil proteômico do íleo e do jejuno. Nesse estudo, serão utilizados ratos Wistar machos com 60 dias de vida, os quais serão tratados por 30 dias com doses crônicas de 0 mg/L F, 10 mg/L F ou 50 mg/L F, enquanto a dose aguda será de 0 ou 25mgF/Kg (gavagem gástrica). Decorridos os períodos experimentais, os animais serão anestesiados em 10 mg/kg de peso corporal de Anasedan + 100mg/Kg de cloridrato de quetamina (Vetaset) para coleta do íleo e do jejuno. Será realizada análise proteômica do jejuno e do íleo a fim de que se possa melhor compreender os mecanismos envolvidos na intoxicação aguda e crônica pelo F, que levaram às alterações morfológicas observadas no estudo anterior do nosso grupo de pesquisa. | |
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