| Processo: | 16/11580-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Geofísica |
| Pesquisador responsável: | Naomi Ussami |
| Beneficiário: | Carlos Alberto Moreno Chaves |
| Supervisor: | Jeroen Ritsema |
| Instituição Sede: | Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | University of Michigan, Estados Unidos |
| Vinculado à bolsa: | 14/17779-3 - Estudo global da estrutura da zona de transição do manto a partir de anomalias do geoide e da propagação de ondas SS., BP.PD |
| Assunto(s): | Sismologia Tomografia sísmica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | convecção do manto | Ondas SS e precursoras | Sismologia Global | Tomografia Sísmica | Topografia das descontinuidades do manto | Zona de Transição do Manto | Sismologia |
Resumo O entendimento sobre a estrutura da zona de transição pode trazer importantes informações sobre o estilo de convecção predominante no manto da Terra, um problema ainda não resolvido em geodinâmica. Essa região do manto que é caracterizada por mudanças de fase do mineral olivina, o mais abundante no manto, desempenha um papel chave no mecanismo de convecção, se em camadas ou envolvendo todo o manto. Nesta proposta de estágio de pesquisa no exterior, nós focamos na determinação da topografia das descontinuidades de 410 km e 660 km em escala global a partir do estudo da propagação das precursoras da onda SS no manto. Nós iremos fazer uma avaliação crítica dos atuais métodos utilizados para derivar tais topografias e ver como simplificações teóricas no uso da teoria do raio afetam a estimativa da espessura da zona de transição. Utilizando a teoria da frequência finita e explorando os vários modelos globais de tomografia existentes, nós pretendemos gerar mapas mais precisos das ondulações das descontinuidades de 410 e 660 km que serão utilizados como informação a priori na inversão de anomalias do geoide para determinar a distribuição de densidade dentro da zona de transição do manto. A interpretação conjunta da espessura da zona de transição, amplamente utilizada como um "termômetro" do manto, do sinal do contraste de densidade e dos resultados laboratoriais fornecido pela física de minerais trará resultados mais confiáveis sobre o real estado térmico do manto em várias regiões do planeta. | |
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