| Processo: | 16/13631-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Odontologia - Odontopediatria |
| Pesquisador responsável: | Daniela Rios Honório |
| Beneficiário: | Isadora Messias Batista Rosa |
| Instituição Sede: | Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB). Universidade de São Paulo (USP). Bauru , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Saliva Cariologia Erosão dentária Esmalte dentário Mucinas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | erosão dentária | Esmalte dentário | Remineralização | saliva | Cariologia |
Resumo O objetivo geral deste trabalho será estudar o efeito in vitro e in situ da saliva humana e de diferentes formulações de salivas artificiais com ou sem mucina, na redeposição mineral sobre lesões erosivas iniciais. Serão avaliados os seguintes grupos: Saliva artificial 1 (0,33 g KH2PO4; 0,34 g Na2HPO4; 1,27 g KCl; 0,16 g NaSCN; 0,58 g NaCl; 0,17 g CaCl2; 0,16 g NH4Cl; 0,2 g de uréia; 0,03 g de glicose; 0,002 g de ácido ascórbico; 2,7 g de mucina em 1000 ml água destilada/pH 7); Saliva artificial 2 (0,1029 g CaCl2 _2H2O; 0,04066 g MgCl2; 0,544 g KH2PO4; 4,766 g Hepes; 2,2365 g KCl em 1000 ml de água destilada/ pH 7); Saliva artificial 3 (0,381 g NaCl; 0,213 g CaCl2 _2H2O; 1,114 g KCl; 0,738 g KH2PO4; e 2,2 g de mucina em 1000 ml de água destilada/pH 7); Saliva artificial 4 (2 g metil-p-hidroxibenzoato; 10 g carboximetil celulose de sódio, 0,625 g KCl; 0,059 g MgCl2 _6H2O; 0,166 g CaCl2 _2H2O; 0,804 g K2HPO4 e 0,326 g KH2PO4 em 1000 ml de água destilada/pH 7); Saliva 5 (saliva humana coletada, efeito in vitro); Saliva 6 (saliva humana in situ, controle positivo); água deionizada (controle negativo). As formulações de salivas 1 a 5 serão testadas com e sem mucina, ou seja, caso a saliva original tenha mucina será testada a mesma formulação sem a proteína e caso ela não tenha, será adicionado 2,7 g/1000 ml de mucina. Os espécimes de esmalte serão obtidos a partir de dentes bovinos e será realizada a dureza inicial, a qual será utilizada para seleção e aleatorização dos espécimes entre os grupos. Os espécimes serão submetidos à erosão inicial in vitro (imersão in vitro em ácido cítrico 0,05 M, pH 2,5) durante 30 segundos e será realizada a análise da dureza superficial pós erosão. A seguir os espécimes serão submetidos aos grupos em estudo/salivas por duas horas. As salivas artificiais, o pool de saliva humana coletada e água deionizada serão avaliadas in vitro e a saliva humana será testada in situ com a colaboração de 10 voluntários que farão uso de dispositivos intrabucais palatinos. Após as duas horas, será avaliada a dureza superficial final dos espécimes para o cálculo da recuperação de dureza. Inicialmente será verificada a normalidade e homogeneidade dos dados. Em seguida, será aplicado o teste estatístico mais adequado aos resultados (paramétrico ou não paramétrico). O nível de significância adotado em todos os testes será de 5%. | |
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