| Processo: | 16/22970-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2019 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Odontologia - Periodontia |
| Pesquisador responsável: | Sérgio Luís Scombatti de Souza |
| Beneficiário: | Sérgio Luís Scombatti de Souza |
| Instituição Sede: | Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (FORP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Ribeirão Preto |
| Assunto(s): | Implantodontia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | estudo in vivo | levantamento de seio maxilar | Nano-hidroxiapatita | superfície de implantes | Implantodontia |
Resumo
A osseointegração depende, dentre outros fatores, da superfície do implante. A literatura descreve que modificações na microtopografia do implante podem otimizar a resposta biológica e promover uma melhor ancoragem óssea. Nanoestruturas aplicadas a biomateriais têm sido propostas para proporcionar um grau superior de osseointegração. Recentemente foi lançado no mercado um implante com superfície nanometrica homogenea de hidroxiapatita com 20 NM de espessura. Assim, levando em consideração o desenvolvimento de novas superfícies de implantes com processos visando à melhora qualitativa e quantitativa do fenômeno de osseointegração, e por outro lado o desafio na maximização do contato osso-implante em áreas de regeneração/reconstrução óssea com o uso de biomateriais, propõe-se um estudo in vivo, compreendendo coelhos saudáveis submetidos a cirurgia de levantamento de seio maxilar, para avaliar uma nova superfície de implante modificada pela adição de nano-hidroxiapatita, por meio de Análises histomorfométrica e microtomográfica. Para tal, serão utilizados 20 coelhos adultos, machos, da raça New Zealand, os quais serão divididos aleatoriamente em dois grupos de dez animais cada, a serem avaliados nos tempos de 30 e 60 dias pós-operatórios. O estudo seguirá o modelo de boca dividida. Após anestesia e incisão apropriada, duas janelas circulares com um diâmetro de 6,5 mm serão preparadas em ambos os lados do osso nasal. A membrana sinusal dos dois seios maxilares será cuidadosamente elevada, e os sítios de instalação dos implantes serão preparados 3 mm para anterior em relação às janelas confeccionadas. Serão então instalados 2 tipos de mini implantes (tratados com duplo ataque ácido ou com adição de nano-hidroxiapatita) na região de seio maxilar dos coelhos saudáveis (n=40, 2 implantes por animal, 1 de cada superfície por seio). Os animais serão eutanasiados aos 30 e 60 dias (10 animais em cada tempo). As regiões do seio maxilar contendo o enxerto ósseo e os implantes serão removidas e fixadas para análise tridimensional por microtomografia (avaliação de Contato osso-implante -IS/TS; Densidade óssea tridimensional -BV/TV; Separação Trabecular -Tb.Sp; Espessura Trabecular -Tb.Th; Porcentagem de poros fechados -Po.Cl; Porcentagem de poros abertos -Po.Op; Porcentagem da porosidade total -Po.Tot) e processamento histológico para cortes não descalcificados (análise histomorfométrica de contato osso-implante - BIC, e fração ocupada pela área óssea - BAFO). Serão realizados pré-testes para avaliar a normalidade dos dados obtidos, e com base nos resultados, serão selecionados os testes estatísticos apropriados para analisar as diferenças entre grupos em cada período (30 e 60 dias), e intra-grupos, em relação aos diferentes tempos. Em todas as análises, será considerado p<0,05. (AU)
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