| Processo: | 17/22053-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2020 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Educação Física |
| Pesquisador responsável: | Rômulo Cássio de Moraes Bertuzzi |
| Beneficiário: | Rômulo Cássio de Moraes Bertuzzi |
| Instituição Sede: | Escola de Educação Física e Esporte (EEFE). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Adriano Eduardo Lima da Silva ; Daniel Boari Coelho |
| Assunto(s): | Eletromiografia Metabolômica Fisiologia do exercício Troca gasosa |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | eletromiografia | Fadiga neuromuscular | Metabolomica | Trocas Gasosas | Twitch interpolation technique | Fisiologia do exercício |
Resumo
Estudos mais recentes têm sugerido que o pacing, definido como a forma pela qual os atletas realizam a distribuição da potência mecânica, adotado nos esportes predominantemente aeróbios é capaz de influenciar o rendimento atlético. Acredita-se que o pacing reflete as alterações metabólicas produzidas pelos músculos exercitados, as quais são envias ao sistema nervoso central (SNC) através de nervos aferentes, resultando em uma alteração no drive neural e, consequentemente, o desenvolvimento da fadiga neuromuscular. Assim, a redução no drive neural seria responsável pela modificação da velocidade nas diferentes fases da prova, no intuito de manter o equilíbrio metabólico dinâmico e, consequentemente, evitar o encerramento prematuro do exercício. Embora os estudos supracitados proporcionem informações relevantes, deve-se destacar que esse postulado ainda necessita de dados experimentais que o corrobore ou refute. Isso se deve, sobretudo, ao fato de até o presente momento não existirem dados experimentais acerca da contribuição dos SNC e muscular no pacing em formato de "U". Também deve-se destacar que a análise do equilíbrio metabólico dinâmico e a sua possível relação com o desempenho nos esportes predominantemente aeróbios tem sido limitada apenas aos exercícios de cargas constantes e com a determinação de um número relativamente reduzido (~10) de metabólitos. Portanto, o objetivo da presente proposta será analisar as contribuições do sistema nervoso central e periférico, bem como a sua relação com o perfil metabólico nas três diferentes fases do pacing em "U" durante um teste contrarrelógio de 4 km de ciclismo (4-km TT). Baseado em estudos prévios que sugeriram que durante o exercício de curta duração (3-5 minutos) os processos periféricos são os principais responsáveis pelo desenvolvimento da fadiga neuromuscular e que o estresse metabólico se mantém estável ao longo do exercício aeróbio com intensidade auto-selecionada, hipotetiza-se que: i) há um predomínio da fadiga periférica na F1 e F2, ao passo que na F3 terá maior contribuição da fadiga central, ii) o perfil metabólico deve se manter estável ao longo do 4-km TT e ser composto, sobretudo, por metabólitos relacionados ao metabolismo aeróbio. (AU)
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