| Processo: | 17/25116-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2023 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Cardiorenal |
| Pesquisador responsável: | Rita de Cassia Aleixo Tostes Passaglia |
| Beneficiário: | Tiago Januário da Costa |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 19/26374-0 - Como o sexo e o estrógeno afetam a via da O-GlcNAc? Uma abordagem proteômica, BE.EP.PD |
| Assunto(s): | O-GlcNAcilação Receptor alfa de estrogênio Artérias carótidas Doenças cardiovasculares Pós-menopausa Reatividade cardiovascular Envelhecimento Modelos animais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | carótida | doenças cardiovasculares | estrógeno | O-GlcNAc | Pós-menopausa | Reatividade vascular | Farmacologia Vascular |
Resumo Os receptores de estrógeno (ERa e ERb) são mediadores do efeito benéfico do estrogênio na vasculatura. Entretanto, estudos recentes demonstraram efeitos opostos do estrógeno na vasculatura de fêmeas envelhecidas, hipertensas e obesas, os quais podem ser explicados por mudanças na expressão de ER± e ER². Os ERs são fatores de transcrição induzíveis por ligantes, regulados pela fosforilação de resíduos de serina (Ser) e treonina (Thr), que também podem ser modificados por glicosilação ou, mais especificamente, pela O-Glicosilação com N-acetilglucosamina (O-GlcNAc), que influencia reações de fosforilação. A O-GlcNAc é uma modificação pós-translacional, altamente dinâmica, regulada enzimaticamente e encontrada em proteínas nucleares e citoplasmáticas. Aumento nos níveis de proteínas modificadas por O-GlcNAc tem sido associado ao desenvolvimento de doenças cardiovasculares em homens. Neste sentido, o aumento dos níveis de O-GlcNAc contribui para a hiperreatividade induzida por endotelina-1 (ET-1) e, consequentemente, para o risco de doenças cardiovasculares em machos. As doenças cardiovasculares se desenvolvem aproximadamente 10 anos mais tarde em mulheres que em homens, sendo a principal causa de morte nas mulheres com idade superior a 65 anos. O envelhecimento feminino está associado ao fenômeno da pós-menopausa e redução dos níveis endógenos de estrógeno. Diversos estudos sugerem que o aumento do risco de doenças cardiovasculares na pós-menopausa está associado à redução dos níveis de estrógeno. Entretanto, a terapia de reposição hormonal tem produzido resultados controversos. Neste projeto testaremos a hipótese que a O-GlcNAc inibe a proteção do estrógeno em carótidas comuns, importante vaso que irrigação sanguínea cerebral, modulando a fosforilação de ER± em camundongos fêmeas com senescência acelerada. Este estudo poderá identificar novos alvos farmacológicos para doenças cardiovasculares em mulheres pós-menopáusicas. (AU) | |
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