| Processo: | 17/25532-6 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2021 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Toxicologia |
| Pesquisador responsável: | Maria Regina Torqueti |
| Beneficiário: | Maria Regina Torqueti |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Ribeirão Preto |
| Pesquisadores associados: | Cleni Mara Marzocchi Machado |
| Assunto(s): | Crotoxina Estresse oxidativo Apoptose Autofagia Neoplasias mamárias |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | apoptose | Autofagia | Câncer de mama | Crotoxina | Estresse oxidativo | Atividade antitumoral de toxinas animais |
Resumo
O câncer de mama é a neoplasia com maior taxa de incidência entre mulheres no mundo. Os estrógenos são apontados como principal fator de risco para esta patologia. Os SERM (moduladores seletivos de receptores de estrógeno) e os inibidores de aromatase (AI) e os inibidores de tirosina quinase (TK) são os antineoplásicos consolidados para a terapia do carcinoma mamário pela propriedade anti-estrogênica que apresentam. Porém, esses fármacos possuem alguns efeitos adversos alarmantes, além de provocar carcinomas resistentes ao tratamento com os mesmos. Assim, a literatura aponta para a ação antitumoral presente nos venenos de diversos animais. Neste estudo investigaremos a atividade anti-tumoral da Crotoxina, veneno da cobra Crotalus durissus terrificus frente à apoptose, autofagia e ao estresse oxidativo em culturas de células do câncer de mama estrógeno dependente (MCF-7) e que sobreexpressam o gene da aromatase (MCF-7aro), triplo negativo (MDA-MB-231), estrógeno independente com superexpressão de HER-2 (SKBR3) e estrogeio dependente resistentes aos AIs e SERM (LTEDaro), tendo como controlo a cultura de células mamárias não tumorais (MCF-10A). Será avaliado a citotoxicidade celular pelo método de MTT; a indução de apoptose pela expressão dos genes pró-apoptóticos BAX, CASP3, CASP8, CASP9, FAS, TP53 e anti-apoptóticos BCL2 e BIRC4 por qRT-PCR; a expressão das proteínas indicadoras de autofagia Beclina-1 e LC3 A/B por Western Blotting; e o estresse oxidativo pela medida da peroxidação lipídica (malondialdeído), do dano oxidativo ao DNA (8-OHdG) e da glutationa reduzida (GSH). Para isso, serão utilizados tratamentos com a Crotoxina isolada e em associação aos compostos utilizados na clinica para o tratamento da neoplasia mamária. Dessa forma, abordando a fisiopatologia do câncer de mama será estudada potenciais tratamentos para esta doença. (AU)
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