| Processo: | 18/10529-2 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2022 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Celular |
| Pesquisador responsável: | Ana Paula Campanelli |
| Beneficiário: | Ana Paula Campanelli |
| Instituição Sede: | Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB). Universidade de São Paulo (USP). Bauru , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Bauru |
| Pesquisadores associados: | Karen Angélica Cavassani |
| Assunto(s): | Transformação celular neoplásica Monócitos Metástase Neoplasias Macrófagos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Carcinogênese | Macrófagos | Metástase | monócitos | Neoplasia | Tumor |
Resumo
A inflamação é um componente do microambiente tumoral e desempenha papel crucial na tumorigênese. Embora a evidências sugiram que a inflamação possa induzir o desenvolvimento tumoral, a comprovação desta associação ainda é necessária. Inúmeros aspectos ainda precisam ser abordados como, por exemplo, definir quais os componentes celulares e moleculares são comuns a todas as respostas inflamatórias promotoras de neoplasias, e quais são específicos para determinados tecidos e tipos de tumores. Durante o processo inflamatório relacionado ao câncer, diversas vias moleculares e celulares são ativadas e, dentre os leucócitos, estudos recentes demonstram a importância dos macrófagos neste processo. Sabe-se que dentre os fatores críticos dos mecanismos de escape tumoral, os macrófagos associados aos tumores e as células supressoras mielóides, não apenas medeiam a supressão da resposta imune, mas também promovem a metástase e conferem resistência as terapias. Modelos experimentais demonstraram que a depleção de macrófagos ou ausência de CFS-1, principal estimulador de macrófagos, resulta em lenta progressão de câncer e menor taxa de metástase, mas ainda não há estudos definitivos que tenham estabelecido como diferente subpopulações de macrófagos, tais como M1 e M2, contribuem para o processo de progressão tumoral e metástase. As citocinas desempenham um papel fundamental nas funções pró-tumorais dos macrófagos. O repertório de citocinas de macrófagos é amplo incluindo mediadores inflamatórios (por exemplo, IL-1 e TNF), citocinas anti-inflamatórias (TGF e IL-10) e quimiocinas, que são expressas de forma diferencial dependendo do estado de ativação da célula. Assim, as estratégias para modular os mecanismos e efeitos destas populações de células podem oferecer grande potencial terapêutico. Baseado no exposto, a hipótese a ser testada é se os fatores derivados de monócitos/macrófagos poderia interferir nos mecanismos que regulam a resposta imune anti-tumoral e, consequentemente, promover a progressão neoplásica e o desenvolvimento de metástase (AU)
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