| Processo: | 19/05658-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Pesquisa |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Educação Física |
| Pesquisador responsável: | Camila Torriani-Pasin |
| Beneficiário: | Camila Torriani-Pasin |
| Pesquisador Anfitrião: | Carolee Winstein |
| Instituição Sede: | Escola de Educação Física e Esporte (EEFE). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | University of Southern California (USC), Estados Unidos |
| Assunto(s): | Educação física adaptada Atividade física Reabilitação Sedentarismo Autoeficácia Acidente vascular cerebral |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Atividade Física | Autoeficácia | Avc | Reabilitação | Sedentarismo | Educação Física adaptada |
Resumo O nível de atividade física em indivíduos que sofreram Acidente Vascular Cerebral (AVC) é diminuído de forma significativa quando comparado a indivíduos neurologicamente saudáveis. Os fatores que justificam tal redução são pouco conhecidos e descritos na literatura. O objetivo desse estudo é investigar o nível de atividade física auto-relatado e objetivamente mensurado em pacientes pós-AVC em diferentes fases após o evento (subaguda - 14 dias a 6 meses e crônica - acima 6 meses). Adicionalmente, investigar a associação entre o nível de atividade física com os fatores físicos e psicossociais após o AVC. Trata-se de um estudo transversal, que incluirá 100 indivíduos pós-AVC em dois grupos: fase subaguda e crônicos, com coleta de dados realizadas no Brasil e nos EUA. As variáveis independentes são as medidas psicossociais e físicas: como medidas psicossociais serão avaliadas a autoeficácia (Stroke Self-Efficacy Questionaire) e a depressão (Inventário de Depressão de Beck). Como medidas relacionadas às capacidades físicas serão avaliadas a mobilidade (por meio do teste Timed up and go) e a capacidade aeróbia (por meio do Teste da Caminhada de 6 minutos). O nível de atividade física será mensurado de duas maneiras: de forma auto-relatada pelo paciente, por meio do Perfil de Atividade Humana e objetivamente mensurado por meio de acelerômetro ActiGraph e do aplicativo de smartphone Pacer. Serão classificados como ativos aqueles que tiverem 30 minutos ou mais de atividade diárias, durante 5 dias na semana e inativos aqueles que apresentarem menos que 30 minutos de atividade física diária durante 5 dias na semana seguindo as recomendações da Organização Mundial de Saúde. Os resultados contribuirão para que sejam conhecidos os fatores que influenciam no nível de atividade física de pacientes com AVC. Esses achados contribuirão, também, para o planejamento e elaboração de intervenções que promovam incremento no nível de atividade de tais pacientes melhorando seu prognóstico e qualidade de vida.Pretende-se responder com esse estudo as seguintes questões: a. existe correlação entre o nível de atividade física auto-relatado e objetivamente mensurado em indivíduos pós-AVC? b. existe associação entre os fatores físicos (mobilidade e capacidade cardiorrespiratória) e psicossociais (depressão e autoeficácia) com o nível de atividade física apresentado pelos indivíduos após um AVC? c. caso exista associação entre tais fatores e o nível de atividade física, há um padrão de associação em função do tempo após o AVC (fase subaguda e crônica)? | |
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