| Processo: | 20/04827-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2021 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2024 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Educação Física |
| Pesquisador responsável: | Flávio de Oliveira Pires |
| Beneficiário: | Cayque Brietzke Barreto |
| Instituição Sede: | Instituto de Saúde e Sociedade (ISS). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Baixada Santista. Santos , SP, Brasil |
| Auxílio(s) vinculado(s): | 25/17113-0 - New Trends in Sex Differences and Women's Health Research, AR.EXT |
| Assunto(s): | Fisiologia do exercício Efeito placebo Neurofisiologia Cafeína Desempenho físico funcional Sistema nervoso central Sistema nervoso periférico Ensaio clínico controlado aleatório |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Cafeína | Efeito Placebo | Neurofisiologia | Fisiologia do exercício |
Resumo Diretrizes de métodos de pesquisa consideram Ensaios Clínicos Randomizados (ECR) duplo-cego padrão ouro para a investigação de drogas e intervenções. No entanto, esse tipo de delineamento apresenta um viés derivado da expectativa do participante sobre a substância ingerida, podendo causar um fenômeno denominado efeito placebo. No cenário do exercício físico, uma substância comumente utilizada para melhorar o desempenho é a cafeína. No entanto, estudos têm sugerido possível efeito placebo da sua utilização, embora ainda não haja base mecanicista sólida para explicar tal efeito. O objetivo deste estudo é comparar os mecanismos centrais (i.e., Sistema Nervoso Central (SNC) e Periférico (SNP)) e periféricos (respostas musculares e mecânicas) do efeito placebo da cafeína em um ECR e um delineamento de placebo percebido como cafeína. Para tal, 16 participantes realizarão 8 sessões: 1) os participantes serão familiarizados com os procedimentos do estudo; 2 - 3) estimativa de erro da medida e medidas de controle (sessão 3); 4 - 7) comparação do efeito placebo em um ECR vs um delineamento de placebo percebido como cafeína; 8) sessão com cafeína como forma de controle positivo do estudo. Nas sessões de 4 a 8, os participantes irão realizar cinco contrações voluntárias máximas antes e 45 minutos após a ingestão das cápsulas para avaliar as medidas de SNP e torque, e após isso irão realizar dez séries de dez contrações voluntárias submáximas para avaliar as respostas de SNC. As respostas de SNC (EEG) e SNP como a excitabilidade corticoespinhal (onda V) serão obtidas juntamente com as respostas musculares (EMG). A hipótese é que haja efeito placebo em ambos os delineamentos experimentais, mas com maior magnitude quando os participantes têm a expectativa manipulada em direção ao efeito benéfico da cafeína. (AU) | |
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