| Processo: | 20/15192-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2021 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2021 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Zootecnia - Produção Animal |
| Pesquisador responsável: | Miguel Henrique de Almeida Santana |
| Beneficiário: | Evandro Fernando Ferreira Dias |
| Instituição Sede: | Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA). Universidade de São Paulo (USP). Pirassununga , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 17/12105-2 - Fenômica da programação fetal na produção de bovinos de corte: uma abordagem sistêmica, AP.JP |
| Assunto(s): | Desenvolvimento fetal Nutrição pré-natal Microbiota Rúmen Bovinos de corte |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | bovino de corte | Microbioma | Nutrição pré-natal | Rúmen | Programação Fetal |
Resumo Este projeto terá como objetivo avaliar se animais que foram submetidos a programação fetal, quando abatidos têm microbioma e epitélio ruminal distintos do que animais que não foram submetidos a programação fetal (PF). O estudo será realizado no confinamento experimental da Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos da Univerisdade de São Paulo. Os tratamentos do estudo não foi diretamente nos animais e sim em suas progenitoras, os quais foram: NP - Não Programado, PP - Programação Parcial e PC - Programação Completa. Todos os tratamentos receberam suplementação mineral (0,03% peso vivo), porém somente os tratamentos PP e PC receberam suplementação proteico-energética equivalente a 0,3% do peso vivo médio por dia durante a gestação. O grupo PP foi submetido a esse protocolo nutricional no terço final da gestação, já o PC recebeu a partir da confirmação de prenhez (30 dias) até o parto. Após o nascimento os animais receberam os mesmos tratamentos até o abate. O experimento do presente trabalho utilizou material biológico de 63 novilhos com idade em torno de 18 meses, sendo 21 para cada tratamento e foi realizado no período de engorda dos animais. Durante o período de confinamento foi realizada coleta de fezes para extração DNA com o intuito de avaliar os microrganismos ali presente, no abate foi coletado parte do epitélio ruminal e realizado o índice de lesão no rúmen para que possa ser analisado, além disso, no abate foi coletado conteúdo ruminal de todos os animais para ser realizado a extração do DNA e avaliar os microrganismos presentes e poder diferenciar de acordo com o tratamento. (AU) | |
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