| Processo: | 20/16738-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2021 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2023 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Aplicada |
| Pesquisador responsável: | Thiago Aparecido da Silva |
| Beneficiário: | Júlia Garcia Guimarães |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 18/18538-0 - Bioengenharia de células T e NK através de receptores CAR contra infecções fúngicas invasivas, AP.JP |
| Assunto(s): | Linfócitos T Imunoterapia Infecções fúngicas invasivas Candidíase invasiva Candida albicans |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | albicans | C | Células T | imunoterapia | Infecção fúngica invasiva | Receptor CAR | Imunoterapia |
Resumo Candida albicans é o causador mais prevalente da candidíase invasiva (IC) em pacientes adultos e pediátricos, e essa forma de candidíase está relacionada com a translocação da Candida spp do sítio de colonização natural, como o trato gastrointestinal e pele, para a corrente sanguínea. A versatilidade de C. albicans em alterar a morfogênese entre levedura e pseudohifa/hifa tem forte implicação na evasão da resposta imunológica do hospedeiro. Isso ocorre, principalmente, pela expressão diferencial de componentes da superfície celular e pela alteração no nível de exposição desses elementos na alteração de morfologia. Estudos têm demonstrado que o envolvimento das células T CD4+ de perfis Th1 e Th17, e a presença dos perfis Tc1 e Tc17, originados da diferenciação das células T CD8+, são críticos na resolução de infecções fúngicas invasivas (IFIs). Contudo, o microambiente no sítio de infecção causado por C. albicans tem caráter regulador e pode comprometer uma resposta imune efetora. Com o intuito de redirecionar as células T CD4+ e/ou T CD8+ para o sítio da infecção com C. albicans, o atual projeto propõe o uso de receptor antigênico quimérico (CAR) para redirecionar as células T para o reconhecimento desse patógeno. Os receptores CAR são compostos de quatro segmentos: (I) porção extracelular, um domínio de ligação ao alvo; (II) uma região denominada como hinge ou stalk; (III) uma região transmembrana e (IV) uma região de sinalização citoplasmática. Com isso, o domínio de reconhecimento de C. albicans estará presente no CAR para redirecionar as células T para o sítio de infecção, e esse domínio será determinado pela técnica de Phage Display para gerar diferentes fragmentos scFv, específicos para C. albicans. Em seguida, os construtos do receptor CAR específico para C. albicans serão avaliados quanto a especificidade e capacidade indutora de ativação celular mais duradoura após ensaio in vitro com C. albicans. A proposta atual propõe a utilização de componentes da parede celular de C. albicans na construção de uma biblioteca imune de scFv, com o auxílio da técnica de Phage Display para expressar e selecionar os fagos-anticorpos específicos para C. albicans. A sequência de DNA do scFv específico para C. albicans será subclonado em vetor lentiviral contendo as outras porções do CAR, compostas por CD8-CD137-CD3, para transduzir células da linhagem Jurkat que servirá para avaliar a eficiência da ativação via CAR específico para C. albicans após incubação com o patógeno. (AU) | |
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