| Processo: | 21/05150-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2021 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2023 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Farmácia - Análise Toxicológica |
| Pesquisador responsável: | Silvya Stuchi Maria-Engler |
| Beneficiário: | Rodrigo Gonçalves Queijo |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 17/04926-6 - Melanoma e quimiorresistência: modelos in vitro e in silico para explorar alvos terapêuticos, AP.TEM |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 22/16484-6 - Substituição da experimentação animal em testes de sensibilização: desenvolvimento de um modelo de pele 3D imunocompetente usando células-tronco humana pluripotentes, BE.EP.IC |
| Assunto(s): | Quimiorresistência Cultura organotípica Microambiente tumoral Melanoma Respiração celular Esferoides celulares Heterogeneidade Técnicas in vitro Modelagem tridimensional |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | cultura organotípica | Heterogeneidade | melanoma | metabolismo oxidativo | quimiorresistência | Citologia e Biologia Celular |
Resumo O melanoma é uma doença complexa, com grande agressividade e elevadas taxas de mortalidade ligadas à capacidade metastática, evasão do sistema imune e quimiorresistência. O microambiente e a plasticidade transcricional, bem como o uso de agentes para terapia alvo-dirigida, contribuem para a heterogeneidade e seleção das células intrinsicamente resistentes ou fenótipo resistente-adquirido aos medicamentos. A heterogeneidade está associada a reprogramação metabólica celular, que é capaz de sustentar a proliferação no processo de transformação de células não malignas em uma doença neoplásica e é uma oportunidade para ser explorada terapeuticamente para tratamento do melanoma. Porém, o desenvolvimento e progressão do tumor são influenciados pela criação do microambiente pró-tumor e na modelação da complexidade tumoral, e os modelos de monocamada, muitas vezes utilizados, não conseguem reconstruir o microambiente celular in vitro complexo e heterotípico. Desse modo, a cultura organotípica, por promover parâmetros fisiológicos de órgãos e tumores e permitir imitar a arquitetura do tecido parental, ganhou notoriedade nos estudos sobre alterações no comportamento das células tumorais. O presente projeto visa, portanto, investigar a heterogeneidade tumoral, com ênfase ao metabolismo oxidativo, em modelo tridimensional de esferoides contendo melanoma e fibroblastos, e comparar com resultados previamente obtidos em monocultura 2D, o que possibilitará o avanço no entendimento da evolução e possíveis formas de superar a resistência do melanoma. | |
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