| Processo: | 12/02861-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2015 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade |
| Pesquisador responsável: | Simone Possedente de Lira |
| Beneficiário: | Flávio Rocha |
| Instituição Sede: | Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Cacau Antifúngicos Metabólitos secundários Moniliophthora perniciosa Vassoura-de-bruxa Solanaceae Microbiologia agrícola |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Antifúngico | Cacau | Metabolito secundario | Moniliophthora perniciosa | Solanaceae | Vassoura-de-bruxa | Microbiologia Agrícola |
Resumo O Brasil já esteve à frente do mercado exportador de cacau, mas atualmente ocupa apenas a sexta posição. O principal motivo pela queda brasileira no cenário mundial é atribuído ao fungo fitopatógeno Moniliophthora perniciosa, responsável pela doença do cacaueiro, vassoura-de-bruxa. Os métodos atuais de controle dessa doença são onerosos ou apresentam algum risco ao ecossistema, motivo pelo qual se faz necessário a busca por mais alternativas. Estudos anteriores realizados pelo nosso grupo de pesquisa comprovaram a eficácia de um composto isolado das folhas e frutos de Solanum Lycopersicum, com atividade antifúngica "in vitro" contra M. perniciosa. A literatura relata que diferentes metabólitos secundários de solanáceas, principalmente da classe dos alcalóides, possuem atividade antifúngica. Visto que o Brasil possui a maior biodiversidade florística do planeta, considera-se também como uma fonte promissora na busca de compostos que apresentem alguma bioatividade de interesse agronômico, área pouco explorada pela comunidade científica. Portanto, este trabalho tem por objetivo explorar o potencial biológico e químico de metabólitos secundários produzidos por plantas da família Solanaceae que apresentem atividade antifúngica à M. perniciosa. Para isto, serão selecionadas espécies de solanáceas que após o cultivo e/ou coleta em campo, terão seus extratos e/ou frações puras obtidas a partir de folhas, avaliadas biologicamente quanto sua atividade antifúngica, e também analisadas quimicamente. | |
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