| Processo: | 14/09404-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Fonoaudiologia |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Cláudia Regina Furquim de Andrade |
| Beneficiário: | Julia Biancalana Costa |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Fluência Distúrbios da fala Gagueira |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Distúrbios da fala | gagueira | Linguagem | Tratamento | Fluência |
Resumo O objetivo do estudo é comparar a performance de fala de indivíduos adultos com gagueira antes e depois do tratamento de promoção da fluência. A fala será analisada em tarefas diferenciadas. As tarefas de fala autoexpressiva são: monólogo e conversação. As tarefas de fala não expressiva são: automática e canto. As tarefas de leitura são: individual e coro. Os resultados obtidos serão também comparados quanto à autopercepção da funcionalidade de fala. Os participantes serão adultos com gagueira (GP) e sem gagueira (GC), pareados por gênero, idade e escolaridade, em uma amostra populacional de, no mínimo, 20 participantes. Será entendido como efeito positivo do tratamento para GP a redução da taxa de rupturas gagas nas diferentes tarefas e na auto-percepção da funcionalidade de fala. Para a análise dos dados serão utilizados os testes estatísticos pertinentes. A hipótese do estudo é que após o tratamento de promoção da fluência da fala as pessoas com gagueira apresentarão menores taxas de rupturas e maior funcionalidade da fala, em todas as situações testadas, corroborando com os dados da literatura que apontam a variabilidade da fluência determinada pelo efeito de ritmo sobre o processamento da fala. A pesquisa é relevante social e clinicamente, uma vez que quantificar a melhora no quadro clínico do paciente, não somente em uma situação de fala, mas nas diversas situações de fala, indicará uma real modificação do padrão motor da fala e não somente uma modificação comportamental. Pela variabilidade do índice funcional autoperceptual será também verificado o conforto e satisfação com a própria fala. (AU) | |
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