| Processo: | 16/01749-3 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2018 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Saúde Coletiva - Epidemiologia |
| Pesquisador responsável: | Marcelo Andrés Fossey |
| Beneficiário: | Marcelo Andrés Fossey |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas (IBILCE). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São José do Rio Preto. São José do Rio Preto , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São José do Rio Preto |
| Pesquisadores associados: | Fátima Pereira de Souza ; Karina Alves de Toledo |
| Assunto(s): | Infecções respiratórias Inibidores Células Vírus sincicial respiratório humano Virologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | célula | Hrsv | infecções respiratórias | inibidores | interação vírus | Virologia |
Resumo
O Vírus Sincicial Respiratório Humano (hRSV) é o principal agente associado a doenças respiratórias crônicas como bronquiolite e principalmente asma que apresentam sintomas análogos em pacientes de alto risco como prematuros, imunocomprometidos e idosos em que a resposta inflamatória inata e deletéria está vinculada ao RSV e a asma. Atualmente as patologias causadas pelo RSV não são bem entendidas e os dados de desenvolvimento de vacinas não são satisfatórios. A glicoproteína G localizada na superfície do vírus sincicial respiratório humano modula e regula a interação do vírus com a membrana da célula hospedeira e consequentemente exerce um papel chave na propagação do vírus. A determinação da identidade e caracterização biofísica desta proteína contribuirá para desvendar o mecanismo de interação vírus-hospedeiro, e este entendimento abriria o caminho para o desenho de alvos terapêuticos ou vacinais que é de suma importância na busca por inibidores da infecção por RSV. Nossos resultados direcionaram nossas atenções para o flavonóide quercetina como possível alvo anti-RSV, neste sentido, a molécula de quercetina servirá como uma plataforma estrutural para a geração e síntese de diversas moléculas análogas. Paralelamente, nosso grupo obteve êxito na clonagem e expressão do gene da proteína G do RSV. A proteína G recombinante será testada quanto à sua interação com quercetina e morina. Este estudo será realizado por espectroscopia de fluorescência, dicroísmo circular que serão técnicas que permitirão compreender o mecanismo da interação. A presente proposta vem de encontro com o cenário epidemiológico que pede a manutenção dos esforços científicos na busca por eficientes fármacos anti-RSV, e está associada à experiência do nosso grupo no referido assunto. O potencial da ação antiviral das moléculas de quercetina e morina poderão esclarecer questões diversas como: qual a forma de interação existente entre a proteína G e os potenciais inibidores da infecção do RSV? Qual a influência destas moléculas inibidoras no bloqueio da interação com o receptor celular? Os resultados do presente estudo propiciarão conhecer a estabilidade da proteína e o sítio de interação destas moléculas, possibilitando obter modelo de interação e propor modelos terapêuticos eficientes. (AU)
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