| Processo: | 18/10588-9 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2021 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Geral |
| Pesquisador responsável: | Gerson Jhonatan Rodrigues |
| Beneficiário: | Gerson Jhonatan Rodrigues |
| Instituição Sede: | Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Carlos |
| Assunto(s): | Laser Disfunção endotelial Hipertensão Óxido nítrico Terapia a laser de baixa intensidade Cardiovascular Nitritos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | disfunçao endotelial | Fotobiomodulação | hipertensão arterial | laser | Nitrito | Oxido Nitrico | Cardiovascular |
Resumo
A disfunção endotelial é caracterizada, principalmente, pela diminuição da capacidade das células endoteliais em liberar óxido nítrico (NO), o qual é um importante modulador fisiológico do tônus vascular, inibe a agregação plaquetária, diminui a expressão de moléculas de adesão, diminuí a proliferação de células do músculo liso vascular, e apresenta importante efeito anti-inflamatório; este efeito é decorrente da ativação dos receptores PPARg, e inibição do NF-kB. Por ser uma espécie radicalar, o NO reage rapidamente com outras moléculas que apresentam elétron desemparelhado, sendo extremamente instável em condições fisiológicas. O ânion superóxido (O2-) diminui a biodisponibilidade do NO e, também, ativa o NF-ºB, que é um importante fator de transcrição pró-inflamatório; o qual tem sido encontrado ativado nas células do sistema cardiovascular, na presença de doenças cardiovasculares, incluindo a hipertensão arterial. Desta forma, a elevação da concentração do NO, bem como a diminuição do O2- no sistema cardiovascular, pode ser uma estratégia para induzir queda na pressão arterial, melhora na função endotelial e no perfil inflamatório. Esta modulação pode ser induzida pela utilização de fotobiomodulação, também conhecida como terapia com LASER de baixa intensidade (low level LASER therapy - LLLT). Resultados do nosso laboratório indicam que o LASER vermelho (660 nm) é capaz de induzir a liberação de NO do tecido vascular, bem como induzir queda na pressão arterial em animais hipertensos. Dados da literatura indicam que esta faixa de LASER é capaz de diminuir a concentração do O2-, bem como diminuir a inflamação sistêmica. O aumento do NO pode estar ocorrendo pela conversão do nitrito (NO2-) em NO, o que possibilita potencializar o efeito da aplicação do LASER pela associação com nitrito. Outra estratégia farmacológica que pode potencializar o efeito do LASER é por meio do bloqueio das proteínas de resistência a multidrogas (multidrug resistence proteins, MRP). As MRPs são capazes de bombear guanosina monofosfato cíclica (GMPc) para o meio extracelular. Considerando que o principal alvo do NO é a enzima guanilato ciclase solúvel (GCs), que catalisa a saída de dois grupamentos fosfato da molécula de guanosina trifosfato (GTP), resultando na produção de GMPc, a inibição do efluxo do GMPc por meio do bloqueio dos MRPs pode potencializar o efeito do LASER. Desta forma, a hipótese deste trabalho é que o LASER vermelho (660nm) de baixa intensidade é capaz de induzir queda na pressão arterial em diferentes modelos animais, de melhorar a função endotelial, bem como, estes efeitos são potencializados por nitrito e/ou bloqueadores de MRPs. Portanto, o objetivo principal deste projeto será de testar nossa hipótese, bem como realizar a caracterização dos efeitos da fotobiomodulação, e da sua possível potencialização por intervenção farmacológica pela associação com nitrito e/ou bloqueadores de MPRs. (AU)
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