| Processo: | 18/18276-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional |
| Pesquisador responsável: | Luiz Carlos Marques Vanderlei |
| Beneficiário: | Paula Fernanda da Silva |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências e Tecnologia (FCT). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Presidente Prudente. Presidente Prudente , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Fisioterapia Cardiologia Sistema nervoso autônomo Doenças cardiovasculares Reabilitação cardíaca Terapia de exposição à realidade virtual |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | doenças cardiovasculares | reabilitação cardíaca | Sistema nervoso autonomo | Terapia de Exposição à Realidade Virtual | Fisioterapia Aplicada a Cardiologia |
Resumo As doenças cardiovasculares (DCV) apresentam alta taxa de morbidade e mortalidade, além de, grande ônus socioeconômico. Diante disso, a reabilitação cardiovascular (RCV) é recomendada e têm eficácia comprovada, apesar de baixos níveis de adesão ao tratamento por parte dos pacientes. Neste contexto, alternativas como a terapia de exposição à realidade virtual (TRV) surge com vantagens que podem ajudar na motivação ao tratamento. Sabe-se que a TRV promove respostas cardiovasculares agudas em jovens e adultos saudáveis que se mostraram seguras e que cumpriram diretrizes para melhorar e manter a aptidão cardiorrespiratória. Contudo em pacientes cardiopatas, que precisam de maior controle dos parâmetros cardiovasculares, os quais se ultrapassados podem causar risco a saúde do indivíduo, essa temática ainda não foi investigada. O sistema nervoso autônomo regula em partes tais parâmetros e pode ser avaliado por meio da variabilidade da frequência cardíaca (VFC). Objetivo: Investigar as repercussões na modulação autonômica cardíaca durante e após a realização da TRV em pacientes com DCV ou com fatores de risco em relação à RCV. Além disso, investigar se com a prática da TRV as repercussões na modulação autonômica cardíaca que forem inicialmente observadas permaneceram semelhantes. Métodos: Serão avaliados (n=22) participantes de um programa de RCV. Para caracterização serão realizadas: anamnese, avaliação antropométrica e de parâmetros cardiorrespiratórios. Em seguida, realizarão de forma randomizada, uma sessão convencional de RCV e outra de TRV com intensidade de 40 a 70% da reserva de frequência cardíaca e duração de 85 minutos. Para avaliação da modulação autonômica serão utilizados índices temporais (RMSSD, SDNN), espectrais (LF, HF, VLF) e não lineares (SD1, SD2) da VFC no repouso inicial (10min), durante os exercícios (45min) e na recuperação (30min). Após as avaliações, os pacientes serão submetidos a 12 semanas de treinamento com TRV associada à RCV na frequência de 3 vezes por semana, sendo 2 sessões de RCV e 1 de TRV e as avaliações serão repetidas na 12ª semana. | |
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