| Processo: | 21/10105-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2022 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2023 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Educação Física |
| Pesquisador responsável: | Paulo Barbosa de Freitas Júnior |
| Beneficiário: | Mateus Santos Dias |
| Instituição Sede: | Pró-Reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa. Universidade Cruzeiro do Sul (UNICSUL). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Biomecânica Sistema nervoso central Controle motor Corridas Análise de variância |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Biomecânica | Controle Motor | Corrida | Controle Motor |
Resumo O controle da posição vertical do pé em toda fase de balanço é um aspecto importante durante as corridas. Quando o sistema nervoso central (SNC) controla diretamente determinada variável de desempenho (e.g., deslocamento horizontal ou vertical do centro de massa, CM), a variabilidade dos elementos motores (e.g., ângulos articulares) relevantes para o controle dessa variável é maior que a variabilidade da própria variável de desempenho (variabilidade total dos elementos motores >> variabilidade da variável de desempenho). A análise da variância não controlada (uncontrolled manifold UCM, em inglês) tem sido utilizada para testar se o SNC controla determinada variável de desempenho diretamente via a coordenação e o controle de elementos motores relevantes. Durante o andar foi observado que a variabilidade (variância) do deslocamento mediolateral do pé é menor do que a soma da variabilidade (variância) total dos elementos motores relevantes para a tarefa (i.e., ângulos segmentares). Isso ocorre, pois parte da variância dos elementos não afeta a variável de desempenho, que está sendo controlada. Essa variância que não afeta o desempenho na tarefa (chamada de VUCM ou variabilidade boa) é importante para garantir a flexibilidade do sistema contra possíveis perturbações que venham a ocorrer durante o andar (e.g., surgimento de um obstáculo inesperado). Outra parte da variância dos elementos motores interfere no desempenho da tarefa, gerando certa instabilidade da variável de desempenho; por isso ela é chamada de variância ruim (VORT). A relação entre estas duas variâncias é definida como índice de sinergia (V). No presente projeto, iremos avaliar como os elementos motores (i.e., ângulos articulares) variam tentativa a tentativa para garantir a estabilidade do deslocamento vertical do pé em corredores experientes durante o correr em esteira em diferentes velocidades. Iremos medir as variâncias boa e a ruim e o índice de sinergia (V, diferença entre VUCM e VORT) para confirmar que o SNC estabiliza o deslocamento vertical do pé durante a fase de balanço, controlando diretamente os ângulos das articulações relevantes à essa tarefa. Isso será confirmado se o VUCM>VORT e V>0. Para alcançar esse objetivo iremos utilizar dados cinemáticos do correr em esteira de 28 adultos (27 homens e 1 mulher) entre 22 e 51 anos de idade, já coletados e disponibilizados em bases de dados de corrida aberta1. Os dados cinemáticos oriundos de marcadores posicionados em lugares específicos do corpo serão usados para calcular os deslocamentos lineares e angulares de segmentos e articulações, respectivamente. Dados cinéticos serão usados para determinar o início e fim de cada ciclo da corrida e as suas fases. Utilizando esses dados iremos calcular as variáveis do UCM, VUCM e VORT e o índice de sinergia V. | |
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