| Processo: | 23/06942-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2023 |
| Situação: | Interrompido |
| Área de conhecimento: | Ciências Humanas - Geografia - Geografia Humana |
| Pesquisador responsável: | Fabrício Gallo |
| Beneficiário: | Bruno Moreira Riani Costa |
| Instituição Sede: | Instituto de Geociências e Ciências Exatas (IGCE). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 25/00747-6 - Valorização do espaço e financeirização: repensando um arcabouço teórico crítico para compreender novas dinâmicas territoriais, BE.EP.DD |
| Assunto(s): | Geografia econômica Financeirização Concessão Rodovias Infraestrutura Uso do território Valorização |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Concessões rodoviárias | financeirização | Infraestrutura | Usos do Território | valorização do espaço | Geografia Econômica |
Resumo Fundos financeiros podem ser considerados atores-chave de nosso período histórico: suas ações têm contribuído para alargar as fronteiras da financeirização, submetendo as mais diversas atividades econômicas ao jugo do capital financeiro. Nossas investigações preliminares ao presente projeto permitiram entrever uma crescente participação destes investidores institucionais em concessões públicas de infraestrutura. Neste sentido, vale dizer que o conjunto dos fixos geográficos componentes do que se denomina infraestrutura correspondem a um elemento fundamental do meio geográfico contemporâneo, desempenhando um papel central na dinâmica em diversas formações socioespaciais. Pudemos apurar que esta participação de investidores institucionais em concessões de infraestrutura pública se dá tanto de forma direta (administrando as concessões) quanto indireta (através de financiamento via mercado de capitais) e é crescente em ambos os casos. Neste sentido, pretendemos investigar melhor as lógicas subjacentes a este avanço dos fundos sobre o segmento e as implicações deste processo por sobre a dinâmica socioespacial, analisando o que consideramos ser expressão de novos usos do território sob a égide do capital financeiro, sendo esta uma hipótese a ser sustentada ao longo do desenvolvimento da presente pesquisa. Ou melhor: a hipótese é a de que os fixos geográficos do tipo infraestrutura têm assumido uma nova função predominante à medida em que passam a servir de base para rendimentos dos agentes financeiros que os controlam, correspondendo a uma forma específica de valorização do espaço. Ao longo do desenvolvimento do trabalho, almeja-se também a construção de uma linha argumentativa que ressalte a importância do tema e de uma abordagem a ele que passe pela Geografia. (AU) | |
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