| Processo: | 17/18535-9 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2021 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Saúde Coletiva - Saúde Pública |
| Pesquisador responsável: | Edemilson Antunes de Campos |
| Beneficiário: | Edemilson Antunes de Campos |
| Instituição Sede: | Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 19/19323-0 - Alcoolimo, doença e gênero: uma revisão bibliográfica,
BP.TT 19/09091-5 - Alcoolismo, doença e gênero: uma revisão bibliográfica, BP.TT |
| Assunto(s): | Alcoolismo Representações sociais Relações de gênero Tratamento do alcoolismo Alcoólicos anônimos Mulheres |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Alcoólicos Anônimos | Alcoolismo | Gênero | representações sociais | uso de álcool | Ciências Humanas e Sociais e Saúde |
Resumo
Nas últimas décadas, o alcoolismo feminino chama a atenção das autoridades médicas e sanitárias da sociedade brasileira. Nesse quadro, destaca-se a presença dos Alcoólicos Anônimos (A.A.), um modelo terapêutico voltado à recuperação individual de seus membros que se tornaram dependentes do álcool, e no interior do qual algumas mulheres encontram a possibilidade de tratamento e controle do alcoolismo. O objetivo desta pesquisa é o de compreender o papel e os limites do modelo de A.A., bem como o modo como as mulheres vivenciam e explicam o tratamento do alcoolismo feminino, concebido como uma "doença de gênero". Este estudo será desenvolvido por meio de pesquisa qualitativa, com abordagem etnográfica, com mulheres de A.A. localizados na cidade de São Paulo. Nossa hipótese é a de que as relações de gênero, que definem assimetricamente as representações do uso do álcool e do alcoolismo entre homens e mulheres em nossa sociedade, incidem diretamente sobre o modo como as mulheres vivenciam a experiência do alcoolismo dentro do A.A. e, por essa via, definem o processo de adesão ao modelo terapêutico de A.A., o histórico de recaídas, bem como o itinerário de busca de tratamento em A.A.. Busca-se, assim, contribuir para enriquecer o repertório existente sobre o modelo terapêutico de A.A., seus prós e contras, no tratamento do alcoolismo feminino, bem como para compreender o modo como as mulheres alcoólicas concebem e vivenciam seu tratamento em A.A.. (AU)
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