| Processo: | 21/06437-8 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas - PIPE |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2021 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2023 |
| Área do conhecimento: | Ciências Agrárias - Recursos Florestais e Engenharia Florestal - Manejo Florestal |
| Acordo de Cooperação: | FINEP - PIPE/PAPPE Subvenção |
| Pesquisador responsável: | Arthur Vrechi |
| Beneficiário: | Arthur Vrechi |
| Empresa: | Geplant Tecnologia Florestal Ltda |
| CNAE: |
Atividades de apoio à produção florestal
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| Vinculado ao auxílio: | 19/00712-7 - Desenvolvimento de uma plataforma integrada para gestão da produtividade florestal, AP.PIPE |
| Assunto(s): | Administração florestal Indústria florestal Recursos florestais Mudança climática Gestão de riscos Captura e armazenamento de carbono Big data |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | big data | captura de carbono | Gestão de riscos | Mudanças Climáticas | Otimização de Recursos | Produtividade Florestal | Gestão Florestal |
Resumo
A indústria de base florestal no Brasil responde por cerca de 1,2% de todo o PIB e investe cerca de R$ 1,6 bi/ano em plantios florestais, tendo crescido substancialmente a cada ano. Até 2023 estão previstos cerca de 36 bilhões de investimentos em novas unidades fabris. Na América Latina o cenário de crescimento é muito parecido, com novas fábricas sendo construídas no Paraguai e Uruguai, reflexo da alta demanda de produtos derivados na madeira no mundo.Além disso, o setor apresenta um enorme potencial de captura de carbono, que contribui para a mitigação da emissão de gases de efeito estufa, colaborando significativamente nas questões do aquecimento global e mudanças climáticas. No entanto, existe o desafio de se quantificar e monitorar os fluxos de carbono, ferramentas importantes no planejamento e na geração de créditos de carbono em áreas extensas e dispersas.Ao passo que o setor cresce, aumenta a demanda pela otimização dos custos de produção, principalmente em um cenário de maior inflação setorial. Com isso os ganhos e a manutenção dos patamares de produtividade tem sido fatores decisivos para manter a competitividade do setor no Brasil e no mundo.Entretanto, impactos cada vez mais frequentes relacionados às oscilações climáticas e ocorrência de pragas e doenças, especialmente em zonas de fronteira agrícola, ampliam o risco da produção e apontam a necessidade de soluções que permitam monitorar e gerenciar áreas extensas, trazendo agilidade nas tomadas de decisão e predição da produtividade e também deem credibilidade e transparência à investidores e gestores.Dessa forma, este projeto tem como objetivo desenvolver e fornecer ao mercado de base florestal um produto, denominado GPT - Gestão da Produtividade, que atua na estimativa remota e projeção da produção e sequestro de carbono em diferentes cenários, simula e propõe práticas de manejo que aumentem a produtividade dentro de bases sustentáveis e gera indicadores e informações para suportar o planejamento e ações nos níveis estratégico, tático e operacional.O GPT agrega bases de dados, ferramentas científicas, analíticas e tecnologia da informação para fornecer uma melhor a gestão da produtividade em florestas plantadas. A plataforma integra um modelo espacializado para simulação da produção florestal, baseado no 3-PG (Landsberg & Waring, 1997) com uma base de dados robusta e abrangente (no tempo e no espaço) que contempla informações climáticas, edáficas, fisiológicas, produção florestal e sensoriamento remoto. Ainda, a plataforma integra soluções analíticas, estatísticas e de inteligência artificial, de gerenciamento de risco, indicadores operacionais e de sustentabilidade, em uma plataforma digital de fácil acesso e usabilidade. (AU)
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