| Processo: | 24/10502-8 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2024 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2025 |
| Área do conhecimento: | Engenharias - Engenharia Química - Processos Industriais de Engenharia Química |
| Pesquisador responsável: | Mônica Antunes Pereira da Silva |
| Beneficiário: | Mônica Antunes Pereira da Silva |
| Instituição Sede: | Escola de Química. Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) |
| Município da Instituição Sede: | Rio de Janeiro |
| Assunto(s): | Petróleo Gás natural Biocombustíveis Indústria do petróleo |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Biocombustíveis | Gás natural | Petróleo | Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis |
Resumo
O perfil da demanda de mão de obra na Engenharia Química está em constante evolução, especialmente no setor de Petróleo e Gás Natural. Após a implantação e adaptação dos parques industriais de refino e petroquímica no Brasil, a década de 1980 exigiu engenheiros capazes de desenvolver processos eficientes, além de apenas viabilizar a implantação e operação desses sistemas. Paralelamente, a rápida evolução do conhecimento científico e tecnológico aumentou a necessidade de desenvolvimento em áreas dinâmicas e competitivas.Atualmente, a preservação do meio ambiente, a informatização e novas formas de gestão e controle de atividades no contexto da Indústria 4.0 continuam a exigir profissionais com capacidade para desenvolver e avaliar processos, adaptando-se a novas concepções e ferramentas de gerenciamento. O mercado demanda profissionais com grande adaptabilidade a novas tecnologias, alcançável através de uma ampla visão do setor de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, e uma sólida formação nos fundamentos.No Brasil, especialmente no Estado do Rio de Janeiro, a Escola de Química da Universidade Federal do Rio de Janeiro (EQ/UFRJ) tem tradição na formação de profissionais para o setor de Petróleo e Gás Natural desde 1950. Em resposta às demandas atuais, foi decidida a submissão da presente proposta de programa, que representa a continuidade do PRH13, atualizando a formação dos alunos com novas disciplinas relevantes ao setor. As novas especializações permitem a formação de profissionais de graduação e pós-graduação com perfis mais adequados aos desafios contemporâneos.A concepção atual do programa está baseada em uma visão geral do setor através das disciplinas obrigatórias de cada ênfase e um aprofundamento em assuntos fundamentais nas disciplinas eletivas. As disciplinas selecionadas para as áreas de especialização propostas estão vinculadas a grandes áreas do setor de Petróleo, Gás e Biocombustíveis, como: Refino e Processamento de Gás Natural; Automação e Controle de Processos; Biocombustíveis e demais Energias Renováveis; Biotecnologia; e Exploração, Desenvolvimento e Produção, cobertas em pelo menos uma das ênfases propostas.A proposta reorganiza as ênfases de graduação em três novas especializações. A ênfase de Engenharia de Petróleo é mantida, trazendo Exploração, Desenvolvimento e Produção para alunos da Escola de Química. A ênfase de Biocombustíveis é ampliada, passando a se chamar Biotecnologia e Energias Renováveis, focando em Biocombustíveis, Energias Renováveis e Biotecnologia, refletindo a diversidade de processos biotecnológicos de interesse do setor. As ênfases de Refino e Processamento, Meio Ambiente e Tratamento de Resíduos, e Gestão e Regulação foram unificadas na ênfase Engenharia de Processos e Sistemas da Indústria do Petróleo. Esta nova ênfase abrange Transporte, Refino e Processamento de Gás Natural, Tecnologias Digitais, Automação e Controle de Processos, proporcionando uma visão ampla dos processos após a extração do óleo, produtos gerados e sua gestão.A reorganização das atividades na EQ melhora a estrutura das pesquisas e a formação complementar dos alunos. A área ambiental será abordada de forma transversal nas especializações propostas. Com o objetivo de preparar os alunos para conceber empresas de tecnologia no setor, fomentando a inovação, a disciplina de Empreendedorismo poderá ser uma das quatro disciplinas eletivas de qualquer ênfase de graduação no programa. (AU)
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