| Processo: | 25/11587-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de outubro de 2025 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2026 |
| Área do conhecimento: | Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade |
| Pesquisador responsável: | Thaís Regina Boufleur |
| Beneficiário: | Thaís Regina Boufleur |
| Instituição Sede: | Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Piracicaba |
| Vinculado ao auxílio: | 24/05484-0 - Filosfera supressiva em eucalipto: inovação sustentável para o manejo da ferrugem das mirtáceas, AP.R |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 25/22299-5 - Especialização patogênica de isolados de Austropuccinia psidii em eucalipto, BP.IC |
| Assunto(s): | Fungos Microscopia Fitopatologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | doença de planta | Ferrugem das mirtáceas | ferrugem do eucalipto | Fungo | microscopia | Fitopatologia |
Resumo
A família de plantas Myrtaceae inclui cerca de 5500 espécies, dentre elas o eucalipto (Eucalyptus spp.), que se destaca por sua importância econômica para silvicultura. Com 75 % da produção global, o Brasil é o maior produtor mundial de eucalipto. A propagação do eucalipto fora do seu habitat natural levou à adaptação de diversas espécies fúngicas, incluindo Austropuccinia psidii, agente causal da ferrugem das mirtáceas. Este fungo acomete cerca de 530 espécies de mirtáceas e é associado a grandes impactos econômicos e ambientais. No mundo, a população pandêmica de A. psidii está associada a epidemia da doença, enquanto no Brasil, existe uma especialização dos isolados do patógeno aos seus hospedeiros de origem. Nosso grupo de pesquisa busca entender a especialização patogênica de A. psidii e sua rápida disseminação por meio de estudos de genômica comparativa (FAPESP 2021/01606-6 e 2022/11900-1) e está iniciando a busca por uma estratégia sustentável para o controle da doença, por meio da modulação do microbioma da filosfera das plantas (FAPESP 2024/05484-0). Trabalhamos com quatro isolados de A. psidii: um pandêmico do patógeno (Au3) estudado em parceria com a Austrália, e três brasileiros, especializados em Syzygium jambos (LFNJM1), Psidium guajava (APG1), e Eucaliptus grandis (EGM1). Até o momento, não foram realizados experimentos biológicos para verificar a especialização patogênica e caracterização do monociclo dos três isolados brasileiros em Eucalyptus sp.. A presente proposta visa caracterizar o monociclo da doença e verificar especialização patogênica dos isolados LFNJM1, APG1 e EGM1 em E. saligna, espécies de eucalipto selecionadas para condução do projeto de pesquisa 2024/05484-0, a fim de complementar os resultados dos projetos de pesquisa em andamento com dados biológicos. (AU)
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