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Efeito da adição de prostaglandina E¿ (PGE2) e do BHT sobre a qualidade espermática de sêmen suíno pós-descongelação

Processo:25/19563-2
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Regular
Data de Início da vigência: 01 de janeiro de 2026
Data de Término da vigência: 31 de dezembro de 2026
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Reprodução Animal
Pesquisador responsável:André Furugen Cesar de Andrade
Beneficiário:André Furugen Cesar de Andrade
Instituição Sede: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Município da Instituição Sede:São Paulo
Vinculado ao auxílio:24/09891-0 - Pequenas moléculas e miRNAs como biomarcadores de criotolerância e fertilidade no sêmen de cachaços, AP.R
Assunto(s):Inseminação artificial  Dinoprostona  Biotecnologia da reprodução 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Bht | Cachaço | congelação de sêmen | inseminação artificial | Prostaglandina E2 | qualidade espermática | Biotecnologia da Reprodução

Resumo

A suinocultura brasileira ocupa posição estratégica no agronegócio mundial, sendo fortemente dependente de biotecnologias reprodutivas para garantir eficiência e sustentabilidade. A inseminação artificial com sêmen refrigerado é amplamente utilizada nos meios de produção, porém apresenta limitações relacionadas ao curto período de conservação. Nesse contexto, a criopreservação surge como alternativa promissora, permitindo o armazenamento prolongado do material genético de alto valor. No entanto, o processo de congelação e descongelação acarreta danos estruturais e funcionais aos espermatozoides, comprometendo sua qualidade. Assim, estratégias que minimizem tais efeitos são fundamentais para viabilizar o uso do sêmen criopreservado na rotina da suinocultura. Este projeto tem como objetivo avaliar o efeito da adição de prostaglandina E2 (PGE2), do antioxidante butil-hidroxitolueno (BHT) e da combinação de ambos no meio de descongelação sobre os parâmetros funcionais e estruturais do sêmen suíno pós-descongelação. Para isso, ejaculados de cachaços híbridos serão coletados, submetidos a protocolo de criopreservação e, após a descongelação, tratados com os diferentes tratamentos propostos (PGE2, BHT e PGE2+BHT). A qualidade espermática será avaliada por meio de análise computadorizada da motilidade (CASA) e citometria de fluxo. Espera-se que os tratamentos propostos contribuam para a preservação da integridade e funcionalidade espermática, assim, possibilitando avanços na aplicação prática da criopreservação do sêmen de cachaços. (AU)

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