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Descobrindo e descrevendo a diversidade de Ophiuroidea (Echinodermata) de localidades remotas

Processo:25/07855-9
Modalidade de apoio:Auxílio à Pesquisa - Programa FAPESP para o Atlântico Sul e Antártica (PROASA) - Regular
Data de Início da vigência: 01 de janeiro de 2026
Data de Término da vigência: 31 de dezembro de 2028
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Zoologia - Taxonomia dos Grupos Recentes
Pesquisador responsável:Michela Borges
Beneficiário:Michela Borges
Instituição Sede: Instituto de Biologia (IB). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Município da Instituição Sede:Campinas
Pesquisadores associados: Ana Christensen ; Carlos Alberto de Moura Barboza ; Marcos Domingos Siqueira Tavares ; María Rebeca Granja Fernández ; Martin Brogger ; Murilo Zanetti Marochi ; Pablo Damian Borges Guilherme ; Renata Aparecida dos Santos Alitto
Assunto(s):Antártica  Atlântico Sul  Biodiversidade  Coleção e conservação de espécies biológicas  Mar profundo 
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Antártica | Atlantico Sul | Biodiversidade | coleções biológicas | Ilhas Oceânicas | mar profundo | Taxonomia de Ophiuroidea

Resumo

Quantas e quais são as espécies de Ophiuroidea presentes em localidades remotas do Atlântico Sul e da Antártica? Há espécies compartilhadas entre esses dois ecossistemas? Responder a essas questões permitirá ampliar o conhecimento sobre a biodiversidade marinha, por meio do estudo de um grupo amplamente distribuído no bentos, os Ophiuroidea. A partir de material de coleções científicas, o objetivo desta proposta é "descobrir", descrever e extrair informações sobre a biodiversidade de ofiuroides de localidades remotas, como ilhas oceânicas, mar profundo (~3000 m) e Antártica. Os espécimes serão descritos detalhadamente por meio de técnicas avançadas para a área como Microscopia Eletrônica de Varredura, Microtomografia de Raio-X, morfometria linear e geométrica. Esse conjunto metodológico integrado permitirá prospectar novos caracteres, testar o monofiletismo de grupos específicos, fortalecer coleções científicas brasileiras e formar novos pesquisadores. Os dados serão disponibilizados online, promovendo o acesso aberto e o reuso da informação. Ao enfatizar a importância do conhecimento e conservação da biodiversidade marinha, espera-se disseminar a Cultura Oceânica e contribuir para os ODS 14 (Vida na Água) e ODS 4 (Educação de Qualidade) da Agenda 2030 da ONU. Com duração de 36 meses, o projeto conta com equipe multidisciplinar, nacional e internacional, e visa gerar impacto no conhecimento da biodiversidade do Atlântico Sul e Antártica, dois ambientes interligados e intimamente relacionados com a saúde do Planeta, fornecendo assim subsídios para a tomada de decisão em manejo e conservação. (AU)

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