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Estudo epidemiologico da infeccao por helicobacter pylori em criancas da comunidade indigena do parque indigena do xingu.

Processo: 06/52356-0
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de outubro de 2006 - 31 de outubro de 2008
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Saúde Materno-infantil
Pesquisador responsável:Elisabete Kawakami
Beneficiário:Elisabete Kawakami
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Helicobacter pylori  Incidência  Prevalência 

Resumo

A máxima expressão da contaminação ambiental ocorre em comunidades primitivas. Estudos epidemiológicos nesta população são essenciais para conhecer a história natural da infecção por Helicobacter pylori. Desconhece-se ainda a idade exata da primoinfecção e sua via de transmissão. Objetivo geral: Avaliar a prevalência da infecção por Helicobacter pylori em crianças indígenas do Parque Indígena do Xingu. Objetivos específicos: 1. Avaliar a incidência e a erradicação espontânea após 1 ano; 2. Avaliar a associação entre a parasitose intestinal e a infecção por Helicobacter pylori. Metodologia: Estudo de coorte longitudinal. Casuística: 245 crianças indígenas de 2 a 9 anos, de ambos os sexos, de 7 tribos representativas do médio e baixo Xingu: Posto Pavuru (Tribos Ikpeng, Kamayurá, Waurá e Trumai) e Posto Diauarum (Tribos Caiabi, Suia, Juruna). A coleta de dados será feita em dois anos consecutivos. Será preenchido questionário clínicodemográfico. Métodos: Será realizado o teste respiratório 13Cureia com espectrofotômetro infravermelho (Infrared Isotope Analyzer, Wagner Analysen Technik, Bremen, Alemanha). Serão empregadas bolsas aluminizadas com capacidade de 650m1 conectadas a válvulas unidirecionais para a coleta de amostras de ar expirado (antes e após ingestão de uréia-13C). A dose de uréia-13C será de 50mg diluída em 100ml de suco de laranja (ou outra fruta cítrica da região) sem adição de água ou açúcar após jejum de 4 horas. O teste será repetido na mesma população após 1 ano, juntamente com exame protoparasitológico de fezes e questionário incluindo intercorrências clínicas neste período. (AU)