| Processo: | 07/00462-3 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2007 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2009 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Genética - Genética Molecular e de Microorganismos |
| Pesquisador responsável: | Claudio Tavares Sacchi |
| Beneficiário: | Claudio Tavares Sacchi |
| Instituição Sede: | Instituto Adolfo Lutz (IAL). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Infecções meningocócicas Desenvolvimento de vacinas Imunogenicidade Tipagem de sequências multilocus Neisseria meningitidis sorogrupo B Diversidade genética Genomas Análise de sequência de DNA |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Candidatos Vacianis | Mlst | Neisseria Meningitidis B | Neisseria meningitidis B |
Resumo
A doença meningocócica (DM) é uma das principais causas de morbi-mortalidade por doenças infecciosas. A DM associada a Neisseria meningitidis (Nm) do sorogrupo B (NmB) tem causado ondas epidêmicas de longa duração em várias regiões do mundo, inclusive no Brasil, com elevada letalidade. A vacinação é a intervenção mais efetiva para prevenção da doença e controle, no entanto, ainda não é disponível a vacina para a NmB, pois o polissacarídeo do sorogrupo B apresenta pouca imunogenicidade em humanos. Outros antígenos têm sido testados para a composição de potenciais vacinas contra o sorogrupo B, entre eles, a PorA e PorB e alguns antígenos denominados “genome derived”, obtidos a partir do seqüenciamento do genoma da Nm. Estudos feitos com essas novas proteínas demonstraram induzir boa imunogenicidade e, portanto poderiam ser incluídas nas formulações de novas vacinas contra o sorogrupo B. Entretanto, até o momento, não existem informações sobre a prevalência e diversidade destes novos antígenos nas cepas circulantes na população. Nossos objetivos são estudar cepas de NmB para determinar a diversidade genética dos genes porA, porB, nadA, tbpB e GNA1870 responsáveis por antígenos de superfície externa com capacidade de produção de anticorpos com atividade bactericida em cepas isoladas em vários estados Brasileiros durante o ano de 2004, e a evolução “clonal” das cepas isoladas no Estado de São Paulo pela técnica de “Multilocus Sequence Typing” (MLST) em cepas isoladas durante os anos de 1988, 1996 e 2004. (AU)
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