| Processo: | 09/52278-7 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas - PIPE |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2012 |
| Área do conhecimento: | Engenharias - Engenharia Biomédica |
| Pesquisador responsável: | Wataru Ueda |
| Beneficiário: | Wataru Ueda |
| Empresa: | Magnamed Tecnologia Médica S/A |
| Vinculado ao auxílio: | 07/04810-6 - Ventilador pulmonar eletrônico para transporte e emergência, AP.PIPE |
| Assunto(s): | Respiração artificial Respiradores mecânicos Ventiladores mecânicos Transporte de pacientes Serviço hospitalar de emergência Equipamentos e provisões hospitalares |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Bem De Capital Para Saude | Equipamento Medico-Hospitalar | Respirador | Ventilador De Transporte |
Resumo
O resultado desta pesquisa FAPESP PIPE II, com prazo estimado em 24 meses, será um Ventilador Pulmonar Eletrônico de Transporte e Emergência capaz de ventilar pacientes desde neonatais a adultos obesos em operações de resgate, emergência e transporte. Fornecerá misturas de oxigênio (O2) com ar ambiente (Ar) com concentrações de oxigênio ajustados de 40 a 100% de O2; O aparelho realizará o controle fluxos e pressões no circuito respiratório do paciente para prover as modalidades de ventilação adequadas para a condição do paciente. As modalidades de ventilação possíveis serão: VCV - Ventilação de Volume Controlado (pode ser Assistido); PCV - Ventilação de Pressão Controlada (pode ser Assistido); CPAP - Pressão Contínua nas Vias Aéreas (com ou sem Pressão de Suporte); BIPAP - Ventilação em dois níveis de CPAP (com ou sem Pressão de Suporte); V-SIMV - Ventilação Mandatória Sincronizada Intermitente, ciclo de Volume Controlado; P-SIMV - Ventilação Mandatória Sincronizada Intermitente, ciclo de Pressão Controlado. O produto agregará as seguintes inovações: integração de todo o sistema num único módulo pneumático eletrônico de baixo volume e peso evitando emaranhado de tubos de interligação, que reduzem a confiabilidade em situações de uso em resgates; controle eletrônico do sistema de controle de fluxo para o paciente com utilização de tecnologia digital; sistema de obtenção de concentrações precisas de oxigênio com uso do princípio 'venturi' (objeto de patente resultado desta pesquisa); sistema inteligente e integrado de alarmes com todos os sistemas de segurança exigidos em normas nacionais e internacionais (DIN EN 794-3); sistema de ‘backup’ de energia elétrica para operação de até 5 horas sem rede; facilidade de operação e manuseio, aliado a um design inteligente; alto desempenho com modalidades de ventilação fisiológicas e adequadas aos pacientes em situação de transporte e emergência; manutenção do padrão ventilatório de UTI durante a fase de transporte intra/inter-hospitalar; simplicidade de manutenção e baixo índice de falhas; robusto para permitir operação em condições climáticas e de transportes adversos e agressivos. O objetivo principal, porém, será o de levar melhores tratamentos pré-hospitalares para a população e facilidade de operação por parte dos profissionais usuários. (AU)
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