| Processo: | 09/10397-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2009 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2010 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Microbiologia - Microbiologia Aplicada |
| Pesquisador responsável: | Clovis Wesley Oliveira de Souza |
| Beneficiário: | Clovis Wesley Oliveira de Souza |
| Instituição Sede: | Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Carlos |
| Assunto(s): | Poluição da água Águas subterrâneas Mycobacterium |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | água | Identificacao | micobactérias ambientais | Pra | micobactérias |
Resumo
Apenas 2,6% do total de reservas de água são constituídas por água fresca e, conseqüentemente, disponível como fonte de água potável. A água contaminada, quando inadequadamente tratada, pode expor uma grande parcela da população a agentes patogênicos a partir do consumo direto, do consumo de animais contaminados ou de atividades de recreação. O tratamento das águas utilizadas para abastecimento, geralmente feito por cloração, controla a contaminação por parte de microrganismos mais suscetíveis ao cloro como os coliformes, entretanto, a eliminação de alguns microrganismos em águas tratadas, reduz a competição e pode favorecer o crescimento de bactérias resistentes ao cloro como as do gênero Mycobacterium. No projeto de iniciação científica, desenvolvido no segundo semestre de 2008 e primeiro semestre de 2009, intitulado "Detecção de micobactérias e amebas de vida livre em águas subterrâneas que abastecem a cidade de São Carlos (SP)", foram isoladas 110 micobactérias ambientais, provenientes de água, bruta e tratada, de poços artesianos e seus respectivos reservatórios do sistema de abastecimento da cidade de São Carlos -SP. O presente projeto tem como objetivos caracterizar e identificar, utilizando a método de PRA, estas micobactérias isoladas de água, que contribuirão, não somente para o conhecimento da biodiversidade de micobactérias dessas águas, bem como, avaliar o risco que tais microrganismos oferecem à saúde da população, visando ainda, contribuir para melhorias e aperfeiçoamento dos processos de tratamento, implementando novas regulamentações que contribuam para a melhoria da qualidade microbiológica destas águas. (AU)
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