| Processo: | 11/02968-7 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2013 |
| Área do conhecimento: | Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Clínica e Cirurgia Animal |
| Pesquisador responsável: | Stelio Pacca Loureiro Luna |
| Beneficiário: | Stelio Pacca Loureiro Luna |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Botucatu |
| Pesquisadores associados: | alfredo feio da maia lima ; Elizabeth Moreira dos Santos Schmidt ; José Jurandir Fagliari ; Marilda Onghero Taffarel |
| Assunto(s): | Anestesiologia veterinária |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Analgesia | Cadelas | Dor | laser | Ovariosalpingohisterectomia | Anestesia e analgesia |
Resumo
A ovariosalpingohisterectomia (OSH) é o procedimento mais comum para contracepção cirúrgica em cadelas e gatas. Apesar de ser um método relativamente seguro, eficaz e de baixo custo, pode ocasionar complicações trans e pós-operatórias, além de dor, relacionada à inflamação inerente ao procedimento cirúrgico. Estas alterações podem ser minimizadas pelo emprego de técnicas minimamente invasivas e outros métodos alternativos. Neste contexto os aparelhos de laser cirúrgico podem ser uma excelente opção por produzir menores riscos de infecção, reduzir os efeitos inflamatórios e gerar menos dor, em relação ao procedimento cirúrgico convencional. As proteínas de fase aguda são importantes biomarcadores da inflamação. Com base nas considerações acima, o objetivo deste estudo é comparar a dor e a resposta inflamatória pós-operatória, pelo proteinograma sérico, por meio do emprego da técnica de eletroforese SDS-PAGE, de cirurgias de OSH realizadas a laser ou pela técnica cirúrgica convencional com lâminas de bisturi. A hipótese do estudo é que a cirurgia realizada a laser desencadeará uma menor resposta inflamatória e consequentemente dor pós-operatória. Quarenta cadelas serão submetidas à OSH, das quais 20 pela técnica minimamente invasiva convencional (GC) e outras 20 submetidas ao mesmo procedimento por meio do uso de laser cirúrgico (GL). A avaliação pós-operatória será realizada pela escala multidimensional de dor modificada de Glasgow CMPS (Composite Measure Pain Scale) e por escala análoga visual interativa e dinâmica, em estudo cego. Nos animais que apresentarem escore igual ou superior a 33% do valor total da escala de Glasgow, será administrada analgesia resgate com morfina na dose de 0,5 mg/kg por via intramuscular. O hemograma e as proteínas séricas de fase aguda serão mensuradas imediatamente antes e às 12, 24, 48 e 72 horas e 7 dias após a cirurgia. A avaliação estatística será efetuada por meio de Análise de Perfil, com nível de significância de 5%. (AU)
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